O reitor da Unicamp, Paulo Cesar Montagner, e o coordenador-geral, Fernando Coelho receberam, na manhã desta segunda-feira (28), a nova diretoria da Associação de Docentes da Universidade Estadual de Campinas (Adunicamp), eleita para o biênio 2026-2028. O encontro serviu para o início de discussões sobre temas de interesse da comunidade docente e da Universidade em geral.
Montagner destacou a importância da relação entre a Reitoria e a entidade representativa dos professores. “A Adunicamp tem papel relevante na nossa história e contribui para trazer à administração temas relacionados à carreira docente e aos desafios enfrentados pela instituição”, afirmou. “É muito bom termos uma relação profícua. Eles sempre apresentam questões importantes pensando na Unicamp e, sobretudo, nos desafios da Universidade”, acrescentou o reitor.
O coordenador-geral ressaltou que a Reitoria mantém abertas as portas para o diálogo com as diferentes representações da comunidade universitária. De acordo com Coelho, entre os temas tratados estavam questões relacionadas às carreiras e à busca por melhores condições de trabalho e qualidade de vida para os docentes. “A Universidade e a administração têm todo interesse por essa conexão. A ideia é tentar buscar, junto com os órgãos de representação, as ações que podem beneficiar toda a comunidade”, disse Coelho. “O simples fato de mantermos conversas constantes nos deixa atentos e traz para o radar da administração temáticas que são relevantes para a Unicamp”, reforçou ele.
Diálogo
A presidente da Adunicamp, professora Silvia Gatti, ligada ao Instituto de Biologia (IB), também destacou a importância da abertura ao diálogo entre a entidade e a Reitoria. Ela explicou que o grupo de docentes aproveitou o encontro para apresentar suas propostas e levar sugestões à administração. “Essa relação de cordialidade, de abertura, precisa estar sempre presente na nossa Universidade, entre a Reitoria e a Adunicamp. Isso fortalece o todo”, comentou Gatti, após o encontro que também contou com a presença de alguns conselheiros.
Ainda segundo a diretora, a atuação da entidade envolve tanto as reivindicações relacionadas à carreira e às condições de trabalho dos professores quanto a defesa da universidade pública e de sua função social. “Nós lutamos por salários, mas também pelo ensino público, pela nossa carreira e pela expressão social da nossa Universidade, e tudo aquilo que ela significa, não só para a região de Campinas, mas para toda a sociedade brasileira”, completou.
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