Com a popularização das ferramentas de inteligência artificial generativa e o uso crescente de imagens manipuladas (deepfakes), as formas de violência praticadas no ambiente escolar têm se ampliado, enquanto os processos de radicalização entre adolescentes se potencializam. De acordo com a organização não governamental SaferNet Brasil, 16 deepfakes sexuais foram registrados em escolas de dez estados brasileiros entre 2023 e 2025. São vídeos, áudios e imagens extremamente realistas, criados com o uso de inteligência artificial, que mostram pessoas dizendo ou fazendo coisas que, na realidade, nunca disseram ou fizeram.
🗞️ Edição do Jornal: 743
🔗 Notícia relacionada: ‘Deepfakes’ sexuais reforçam violência de gênero nas escolas