Em sua pesquisa de doutorado, orientada pelo professor Diogo Thimoteo da Cunha, a nutricionista Camila de Mello Marsola avaliou os fatores que interferem nas escolhas dos consumidores entre os produtos em versão tradicional ou com alegações nutricionais — tais como “light” e “rico em fibras”. Os resultados da pesquisa, publicados na revista Journal of the American Nutrition Association, revelam que as alegações contidas nesses produtos geram um chamado “efeito halo” — em referência aos anéis luminosos usados em iconografias religiosas — por chamarem a atenção para um efeito benéfico e ofuscar outros, que podem ser negativos, levando a escolhas alimentares equivocadas.
Edição 742
🔗 Notícia relacionada: Quando o light não é a melhor opção