Unicamp divulga nota de repúdio a invasão cibernética

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Nota da Unicamp sobre invasão cibernética 

Repudiamos veementemente o ataque cibernético sofrido no dia de ontem por live promovida pelo Coletivo dos Estudantes Indígenas da Unicamp. A sala virtual da universidade em que acontecia o evento foi invadida de forma massiva por insultos, palavras de ódio e racismo. É significativo que a live atacada se chamasse “Identidades indígenas na universidade pública: construindo diálogos na luta por direitos”.

Os estudantes indígenas se reuniram para falar em diálogo e em direitos, e para refletir sobre a contribuição que podem, e querem, dar à universidade e à sociedade brasileira. Em resposta ao gesto dos invasores que quiseram humilhar e deslegitimar nossos estudantes bem como valores e propósitos que são caros à universidade, denunciamos a vergonha de seu ato infame, covarde e mesquinho.

Frente a emergências grotescas como esta, reiteramos nosso compromisso com a democracia e com a defesa dos direitos humanos e do espaço público como arena de manifestação para a construção de um país justo, em que o respeito à vida e a dignidade sejam motivo de orgulho.

Marcelo Knobel
Reitor

Imagem de capa
Fachada do prédio da Reitoria

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Comunidade Interna

O objetivo da reunião foi apresentar a experiência da Unicamp na aquisição de energia elétrica no Ambiente de Contratação Livre 

Modalidade oferecida pela Unicamp para financiamento de projetos de ensino, pesquisa e extensão completa 20 anos

Atualidades

Evento começou esta semana no Instituto de Computação e conta com aulas teóricas, simulados e palestras com patrocinadores

José Ricardo Teixeira Junior (IB) e Geovane Augusto Gaia Vieira (IG) vão para as universidades norte-americanas de Yale e UCLA, respectivamente

Artigo destaca a relevância das pesquisas acadêmicas sobre direitos humanos

Cultura & Sociedade

Instituto reúne grupos de pesquisa de 24 instituições e deve fortalecer os estudos de gênero no país; a coordenação é das docentes Viviane Resende, da Universidade de Brasília e Karla Bessa, do Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu) da Unicamp

Atividade será uma das primeiras iniciativas a partir de parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Campinas