Unicamp obtém licenciamento da Cetesb para áreas da saúde

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A Unicamp recebeu, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Licença de Operação (LO) para as unidades: Hospital de Clínicas (HC), Faculdade de Ciências Médicas (FCM), Hospital da Mulher Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti (Caism), Centro de Diagnóstico do Aparelho Digestivo (Gastrocentro), Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro), Centro de Saúde da Comunidade (Cecom) e Instituto de Biologia (IB). A licença é outorgada quando todas as exigências do órgão em relação às normas ambientais são atendidas. Significa que a Universidade obedece integralmente as legislações vigentes.

O trabalho para a obtenção do documento vem sendo priorizado há pelo menos cinco anos, desde a criação do Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS). De acordo com o então coordenador executivo do grupo, Juliano Finelli, as unidades se mobilizaram para fazer as adequações necessárias em relação às exigências da lei. Foram obtidas de imediato uma licença prévia, posteriormente uma licença de instalação e agora, em abril, a de operação, que tem validade de três anos. O documento também é exigido pelas agências de fomento à pesquisa.

O entrevistado Juliano Finelli olha para o horizonte em foto em close
Juliano Finelli, então diretor do GGUS, órgão responsável pela gestão ambiental do Campus

Segundo Finelli, a Cetesb fiscaliza em cada unidade desde o impacto ambiental da instalação, até seu programa de gerenciamento de riscos, resíduos, entre outros. O ex-coordenador do GGUS considera que a Unicamp amadureceu ao longo do processo para a obtenção das licenças. “Foi um amadurecimento no entendimento da importância do meio ambiente, não só do ponto de vista institucional, mas de processos relacionados com os órgãos de fiscalização externos. As gestões compreenderam a importância de nos adequarmos plenamente aos pré-requisitos sobre a questão ambiental”.

O diretor executivo da Diretoria Executiva de Planejamento Integrado (Depi), Marco Aurelio Pinheiro Lima, afirma que esse licenciamento é parte de um passivo que precisa ser revisto de modo contínuo. Segundo ele, o GGUS continuará dando andamento ao atendimento das exigências legais para o funcionamento dos órgãos da Universidade.

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