A música popular pede passagem

Curso da Unicamp se destaca pelo pioneirismo e consolida-se como referência em pesquisas na pós-graduação

Para o professor Eduardo Andrade (in memoriam)

O modo de produção da música mudou. Foi com esta justificativa que Eduardo Andrade, professor aposentado do Instituto de Artes (IA) da Unicamp, apresentou o projeto de criação do primeiro curso de graduação em Música Popular do Brasil a Paulo Renato Souza, então reitor da Universidade. O ano era 1986. Eduardo e Mônica, do Legião Urbana, era uma das músicas brasileiras mais tocadas nas rádios do país no período. Eduardo Andrade, uma das principais fontes desta reportagem, por uma trágica coincidência, faleceu ontem (9). Para além de seu testemunho e da importância histórica de seu depoimento – também em vídeo, naquele que seria seu último registro –, o docente tinha motivos de sobra para orgulhar-se da sua missão: passadas três décadas, o curso de Música Popular da Unicamp consolidou-se como um dos melhores do Brasil.
 

Foto: Antoninho Perri
Eduardo Andrade, um dos responsáveis pela criação do curso de Música Popular da Unicamp: “Queríamos proporcionar em quatro anos de formação o que os musicistas levam cerca de 15 para aprender na estrada”

Ilustração: Luis Paulo Silva Andrade fazia parte do grupo de especialistas nomeado pelo maestro e então chefe do departamento de Música da Unicamp, Benito Juarez, para a missão de elaborar o projeto do novo curso. Também participavam dessa equipe os professores e musicistas do Instituto Ricardo Goldemberg, Paulo Pugliesi, Rafael dos Santos e Valter Krausche, além do aluno Claudiney Carrasco. Este último, hoje, docente do departamento de Música do IA e secretário de Cultura de Campinas.

Nossa música popular havia se consolidado como um campo artístico e incorporado os avanços tecnológicos em sua produção, como os sintetizadores e os próprios computadores. As transformações do mercado musical abriam espaço para a atuação de novos profissionais. Com o objetivo de formar musicistas capazes de atuar como instrumentistas, arranjadores, produtores de trilhas sonoras, jingles, videoclipes e discos ou como professores e pesquisadores da música, o curso recebeu sua primeira turma em 1989.

“A música em geral sempre existiu e nunca teve diploma, nunca precisou de universidade nem graduação. O músico popular no Brasil era formado trabalhando na noite. Todos os principais musicistas brasileiros se formaram assim”, explica Andrade. Noel Rosa, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso, Elis Regina, Luiz Gonzaga e outras tantas referências nessa arte não fizeram faculdade de música. Para Andrade, o grande benefício do curso era – e ainda é proporcionar em quatro anos de formação o que os musicistas levam cerca de 15 anos para aprender na estrada.

Mas o papel central do curso nunca foi exclusivamente a formação técnica. “Desde a sua origem, era um curso que tinha a preocupação de não mimetizar um conservatório”, conta José Roberto Zan, um dos seus primeiros professores. Zan começou a atuar como docente no Instituto de Artes em 1992. Ele entrou para substituir Valter Krausche, um dos idealizadores do projeto inicial e que faleceu antes de vê-lo implementado. História e linguagem da música popular e música industrializada são algumas das disciplinas de caráter mais reflexivo que compõem o currículo do curso ao lado da prática instrumental.

Tampouco a intenção do curso era se contrapor ao ensino de música erudita. Pelo contrário, o documento do projeto, assinado pelo grupo de especialistas, deixa claro seu desejo de “redefinir o modelo brasileiro do ensino musical, sem preconceitos”, colaborando para a construção, na universidade, de um “diálogo mais íntimo entre o erudito e o popular”.

Hermilson Garcia era um dos 20 alunos da primeira turma da Música Popular do IA. “As memórias que guardo até hoje, como marcantes do período da minha formação, são o contato musical e interpessoal com jovens músicos oriundos de vários cantos do país, além da agitação cultural da cidade naqueles anos”, conta. A convivência com grandes mestres da música brasileira também marcou sua trajetória na graduação. Durante toda sua história, nomes importantes da música nacional já passaram pelo curso na condição de professores, como o produtor Fernando Faro, o maestro Cyro Pereira, o compositor Almeida Prado, o violinista e rabequeiro José Eduardo Grammani, entre tantos outros.

Desde 2012, Garcia compõe o quadro de docentes da Música Popular do Instituto. Para ele, uma das principais mudanças pelas quais o curso passou desde o ingresso da primeira turma diz respeito a transformações da própria universidade brasileira, em especial na área da música. “Até aquele momento, o curso era muito menos de inclinação ‘científica’ e muito mais artística. Grammani, Gogô, Cyro, Ulisses Rocha, todos, aliás, que atuavam na Música Popular não tinham titulação. O alcance era mais empírico e prático do que acadêmico 'per si'”, analisa.

Foto: Thais Marin
José Roberto Zan, professor do curso desde 1992: jazz e MPB são gêneros mais presentes na pesquisa realizada pelo Instituto

“A música popular brasileira é uma das mais ricas do mundo. Ela tem condições de fecundar a música popular do mundo inteiro”, observa Andrade que, no início dos anos 1990, acreditava que nossa música estaria à frente da revolução da música universal. A revolução não aconteceu nesses moldes, mas nunca nos faltou inventividade, é fato. A improvisação, aliás, está diretamente relacionada ao surgimento da música popular de modo geral. “A música popular é originária do bafon da sociedade. E essa sociedade marginal tinha uma coisa muito interessante que era a improvisação”, esclarece.

De música marginalizada, de improvisação, em que uma caixinha de fósforos podia comandar a roda toda, a produto consumido massivamente pelas mais diversas mídias. Hoje, na era da música livre, dos downloads, da pirataria, da produção em série de artistas e composições que fazem parte do nosso cotidiano, seria possível repetir, mas agora com novos sentidos, a justificativa de Andrade ao reitor: o modo de produção da música mudou.

 


Investigando acordes

A criação do primeiro curso de graduação em Música Popular do país não significou apenas a possibilidade de formação de profissionais para atuação no novo mercado fonográfico, mas também abriu as portas da academia para a reflexão especializada a respeito dos processos de produção, distribuição e consumo da música popular.

No Brasil, a primeira pesquisa acadêmica sobre música popular a que se tem registro é “Cor, Profissão e Mobilidade - O negro e o Rádio de São Paulo”, defendida por João Baptista Borges Pereira na USP, em 1964, na área de antropologia. No entanto, embora houvesse algumas iniciativas pontuais, até a década de 1990, a música popular não se constituía como uma linha ou campo de pesquisa nas universidades de todo o mundo. “Ela não era considerada uma atividade cultural e artística de prestígio que justificasse pesquisa acadêmica”, explica Zan. O saber analítico sobre essa arte ficava a cargo de jornalistas e críticos de música.

Em 1965, o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin afirmou que a música popular, ou o que ele chamou de “canção moderna”, carecia de ser considerada pelos estudiosos como objeto de investigação multidisciplinar, embora estivesse presente na vida cotidiana das pessoas e fosse consumida a todo momento por meio do rádio, da televisão e das jukeboxes. “Não se conhece a canção” era o título do texto.

Foto: Antonino Perri
Uassyr de Siqueira, pós-doutor em música popular no IA: a pesquisa precisa ir além da música popular com “letras maiúsculas”.

Mas a resposta mais sistemática das universidades à crítica de Morin veio apenas duas décadas depois. Na Unicamp, as improvisações de Hermeto Pascoal foram tema da primeira pesquisa em música popular produzida por um aluno do Instituto, em 1996, ainda no programa de pós-graduação em Artes. Os cursos de mestrado e doutorado em música foram criados apenas em 2001. A dissertação “Um estudo da improvisação na música de Hermeto Pascoal: transcrições e análises de solos improvisados”, de José Carlos Prandini, foi orientada pela professora Maria Lúcia Senna Machado Pascoal.

De lá pra cá, a pesquisa em música popular foi se consolidando como campo de investigação e ganhando cada vez mais espaço na academia brasileira. De início, os movimentos da década de 1960, como o samba, o jazz, a bossa nova e a Tropicália, estavam entre os principais temas de interesse dos pesquisadores brasileiros. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, as músicas e manifestações regionais se tornaram o foco dos pesquisadores da área. O porquê da mudança? “Essa também é uma problemática a ser investigada na pós-graduação”, responde Zan.

Ele explica que, hoje, as diferenças de ênfase nas agendas de pesquisa também são marcadas por questões locais. Nos programas de pós-graduação do Nordeste, por exemplo, as manifestações regionais, como o frevo e o maracatu despertam maior interesse de investigação. No Rio de Janeiro, os movimentos ligados ao choro são tendência. Em Minas Gerais, a ênfase fica por conta do Clube da Esquina. Para o professor, o jazz e a MPB são os gêneros mais presentes na pesquisa em música popular produzida pela pós-graduação da Unicamp. Hoje, o IA já soma mais de 90 teses e dissertações defendidas na área.
 

Foto: Antoninho Perri
Edu de Maria: show mostra como a cultura nordestina influenciou o samba no Sudeste

“A música popular é um campo bastante vasto de pesquisa, mas que ainda clama por outras abordagens”, acredita Uassyr Siqueira, que desenvolveu sua pesquisa de pós-doutorado em música popular junto ao IA. Ele investigou o acervo de canções caipiras e sertanejas do folclorista João Chiarini, da cidade de Piracicaba, e se deparou com a estreita relação das composições, nunca gravadas em discos, com o cenário político e o mundo do trabalho da época.

Assim como a música caipira e a música sertaneja representam gêneros musicais muito ouvidos nos anos 40 e que permaneceram à margem dos estudos da música popular por um bom tempo, Siqueira acredita que o mesmo venha ocorrendo com outros gêneros que ainda estão por ser explorados pelos pesquisadores. “O funk, por exemplo, ainda causa bastante aversão naqueles que lidam com a música popular com letras maiúsculas e não consideram esses outros gêneros que estão aí na experiência de audição das pessoas”, analisa.


Dá balanço

Catarina e Banda Gayotta, Leandro Bonfim e Banda, Rua do Gás, Begônia Mango, Bandarra, Areia Movediça, Bandabodaise, Pedro e Banda, Trem de Corda, Banda 6L6, Jambêndola, Mainstrings, Quarter Note e Rabichola de Cabra. Foram estes os grupos que apresentaram seu repertório no projeto “Música Popular dá balanço!”, em 1991. O que eles tinham em comum? Todos eram compostos por alunos do ainda recente curso de Música Popular da Unicamp.

O jogo de sentidos no título do projeto não era ao acaso. Proposta pelo Departamento de Música do Instituto de Artes, a iniciativa buscava não só avaliar o desempenho do curso por meio da produção artística de seus alunos, mas, ao mesmo tempo, proporcionar momentos de boa música à comunidade universitária, uma vez que as apresentações se realizavam no horário do almoço, no prédio do ciclo básico da Unicamp.

E o curso continua dando balanço. Desde seu início, ele é reconhecido por ser celeiro de compositores, intérpretes, instrumentistas e regentes que se destacam no cenário musical. Seus egressos somam diversas participações em importantes orquestras, festivais de música e premiações nacionais e internacionais, entre elas Prêmio Visa e Grammy Latino e Mundial. Talvez pela própria formação reflexiva a respeito do papel e lugar da música proposta pelo curso ou mesmo pela fuga aos padrões enlatados da indústria cultural, esses artistas sempre se destacaram em circuitos mais alternativos de produção e divulgação. A playlist elaborada pela reportagem reúne uma pequena amostra de alguns dos artistas que já passaram pela música popular do IA.
 

Foto: Antoninho Perri
Izabel Padovani: formação universitária veio depois de uma carreira consolidada como cantora e professora de música

Eduardo Conegundes de Souza, ou apenas Edu de Maria, ingressou no curso de Música Popular em 1996. Antes disso, já cantava e tocava guitarra e violão em bandas de rock desde os 14 anos. Formado em curso técnico, trabalhava o dia todo para a empresa de saneamento do Estado do Paraná. “Eu chegava em casa a fim de tocar, mas já estava sem energia”, lembra. Ele viu na graduação em Música Popular na Unicamp, gratuita e com moradia estudantil, uma solução para que pudesse “fazer música”. Estudou durante seis meses, passou, largou emprego e salário e veio para Campinas.

Embora sua experiência na adolescência o tenha feito optar pela modalidade guitarra, Edu ingressou no curso já na busca por outras linguagens musicais brasileiras, sobretudo após se debruçar sobre a coleção de discos de samba que o pai havia deixado. “O curso como um todo estava muito estruturado para o estudo do jazz, da música americana”, comenta ao explicar a importância das vivências de estudo e produção em rodas junto a outros colegas da Unicamp para reafirmar sua afinidade com o gênero.

Hoje, Edu de Maria é professor de Educação Musical na UFSCar e um dos integrantes do Núcleo de Samba Cupinzeiro, grupo de criação e difusão do gênero, reconhecido na cena musical. Criado em 2001, o Cupinzeiro começou como uma roda de samba no quintal da casa de Edu, em Barão Geraldo. O show atual do grupo, “Marejante”, comemora 15 anos de trabalho com um repertório baseado na valorização da cultura nordestina. “O show representa nossa leitura de como a cultura nordestina influenciou o samba no sudeste”, explica.

Foto: Reprodução
Foto: Antoninho Perri

Foto: Reprodução
Benito Juarez, Cyro Pereira e José Eduardo Grammani: curso sempre teve nomes de peso

Assim como Edu, o interesse de Izabel Padovani pela música começou cedo. Cresceu em uma família que gostava de ouvir e fazer música e “quase que naturalmente” tornou-se cantora. Quando jovem, adorava assistir aos shows que aconteciam em uma Campinas marcada pela efervescência cultural. Sem dinheiro para pagar as entradas, insistia para que os porteiros a deixassem entrar nas apresentações. “Todos os shows passavam por aqui. O primeiro show que eu vi na vida foi da Gal Costa”, lembra.

Mas sua trajetória profissional na música seguiu caminho inverso à experiência de Edu. Sua formação universitária veio depois de uma carreira consolidada como cantora e professora de música, marcada por dez anos vividos na Áustria, diversas parcerias com outros artistas em projetos musicais e o Prêmio Visa. “Há 35 anos não tinha um curso de formação em música popular. Você fazia aula de canto com professores de música erudita. Tinha gente para quem nem se podia contar que cantava na noite porque eles achavam que estragava a voz”, conta Izabel. Ela, que se graduou em Educação Musical pela UFSCar em 2012, atualmente cursa o mestrado em Música da Unicamp sob orientação da mestra, cantora e também ex-aluna da Música Popular, Regina Machado.

Sua pesquisa é baseada na Técnica Alexander, método de reeducação psicomotora criado no final do século XIX pelo ator australiano Frederick Alexander que, depois de mais de dez anos de observação dos movimentos de seu corpo em espelhos, descobriu que eles muito podiam revelar sobre sua rouquidão até então incurável. “No ano passado, apliquei a técnica no coro da Unicamp e agora quero ver em que aspectos ela pôde ajudar no desenvolvimento deles”, explica.

Para Izabel, apesar da formação universitária em música popular também ter contribuído para garantir o espaço do gênero nos cursos técnicos de música, nos conservatórios, ainda falta material didático específico. “Há milhares de ritmos no norte e no sul e não tem material em livro, esquematizado, para você ensinar. Ainda se depende muito do conhecimento do professor”. Aí reside, acredita, um papel importante das universidades em formar artistas que, depois, “vão alimentar de novo a universidade com mais conhecimento”.
 

Imagem: divulgação

 

Leia mais sobre o professor Eduardo Andrade no Portal Unicamp


PLAYLIST DE EGRESSOS DO CURSO

Artistas

Conteúdo
 

Alessandro Penezzi

CD Dança das Cordas (2013), Alessandro Penezzi:
https://play.spotify.com/album/0OKpzQJJIKZWJcr3myDwxp

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/apenezzi

 

Alexis Bittencourt

 

CD Enfim (2008), AlexisBittencourt Trio
https://myspace.com/alexisbittencourt

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/alexisbittencourt

Almir Côrtes

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/almircortes

Ana Salvagni
(Graduação em Regência)

CD Canção do Amor Distante (2016), Ana Salvagni e Eduardo Lobo
https://play.spotify.com/artist/51fml6BGbA9Gi1pTQZyGHb?play=true&utm_source=open.spotify.com&utm_medium=open&autoplay=true

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/anasalvagn

 

Barbatuques – Fernando Barba

 

Algumas faixas
http://barbatuques.com.br/pt/?team_member=fernando-barba
https://www.youtube.com/watch?v=_Tz7KROhuAw

Chico Saraiva

CD Galope (2016), Duo Saraiva-Murray
https://play.spotify.com/album/7a8u49x9O4zAJlCaVg6xc4?play=true&utm_source=open.spotify.com&utm_medium=open

Programa Ensaio, 2014: https://www.youtube.com/watch?v=XQFnJNlR3C

Conversa Ribeira

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/conversaribeira

Duo Eribêra
(Uliana Dias e Marcel Rocha)

Algumas faixas: https://soundcloud.com/eriber

 

Edu de Maria

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/edudemaria

Núcleo de Samba Cupinzeiro: https://www.youtube.com/watch?v=cRoQYwlplc

Edu Ribeiro

Canal Youtube Trio Corrente (Fábio Torres, Paulo Paulelli e Edu Ribeiro) https://www.youtube.com/user/triocorrent

Euclides Marques

Canal Youtube Trio Corrente (Fábio Torres, Paulo Paulelli e Edu Ribeiro) https://www.youtube.com/user/triocorrent

Guga Costa

Show Euclides Marques & Luizinho 7 Cordas (2010)
https://www.youtube.com/watch?v=hSF0GV5Fqvk

Guilherme Ribeiro

“Qui nem giló” do CD Que Se Deseja Rever (2012), Mateus Sartori e Guilherme Ribeiro
https://www.youtube.com/watch?v=eGigK929unE

Programa Instrumental Sesc Brasil, 2014: https://www.youtube.com/watch?v=z8eTBYg9NHs

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/guiribeirovideo?ob=

Ivan Vilela

CD Mais Caipira (2010), Suzana Salles, Lenine Santos e Ivan Vilela
https://maiscaipira.bandcamp.com/album/mais-caipira

Participação no Festival ASSAD, São João da Boa Vista (2016)
https://www.youtube.com/watch?v=0VMP5wJskCI

Izabel Padovani

“Piaçaba” do CD Aquelas Coisas Todas (2016), Izabel Padovani e Ronaldo Saggiorato
https://www.youtube.com/watch?v=Xr0KP8vgNtc
“Deixando pago” - Izabel Padovani e Ronaldo Saggiorato no Sr. Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=8t8ky09tiX8

Marcelo Effori (Loco Sosa)

Algumas faixas: https://soundcloud.com/loco-sosa/tracks

Música do show “A Noiva da Cidade”, Lu Horta com Loco Sosa (2016)
https://www.youtube.com/watch?v=vrwYBA-oIIs

Marcelo Onofri

“Tragitango” na apresentação de Marcelo Onofri Quarteto (Marcelo Onofri, Gilberto de Syllos, Edu Guimarães e Leandro Barsalini), 2013

Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCWD3KpKkerWxsNezZNxQCuQ

Martina Marana

Canal Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=OaHa2fXwBZs

Pablo Lapidusas

CD Estrangeiro (2013)
https://itunes.apple.com/us/album/apertura-caravan/id813091950?i=813091953&ign-mpt=uo%3D4

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/pablolapidusas

Patrícia Gatti

CD O Cravo e a Rosa (2016), Ricardo Matsuda e Patricia Gatti
http://www.deezer.com/album/14503114

“Mundano - Caleidoscópio” do CD Contos Instrumentais (2009), Ricardo Matsuda e Patricia Gatti
https://www.youtube.com/watch?v=YvkHs0ylD_I

Pepa D´Elia

Algumas músicas de Pepa D'Elia 4teto (Pepa D´Elia, Marcos Souza, Ricardo Matsuda e Felipe Silveira)
https://www.youtube.com/watch?v=8LHDUV-pDKM
https://www.youtube.com/watch?v=bD9yGTqJ4Lo

Quatro a Zero (Lucas Casacio, Eduardo Lobo, Danilo Penteado e Daniel Muller)

CD Alegria (2011)
https://www.youtube.com/watch?v=pbD2U646opU&list=PLRrw2hNEOgpckATy-C0fkbHvEDMzhEMQK

Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCSruXSDBpXO61p-ilWiQkwA

Rafael Piccolotto de Lima

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/rafaelpdelima

Regina Machado

CD Multiplicar-se única – Canções de Tom Zé (2015)
https://www.youtube.com/watch?v=qjdmjh8G4gE&list=PLDLGsfSOzxYzDWfBlHuZQGnYs7MwzhiIS

Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCOFncBvUDU4xHHDJs7LXXzQ

Rogerio Boccato

Apresentação do Rogério Boccato Quarteto (2014), Nando Michelin, Dan Blake, Jay Anderson, Rogerio Boccato
https://www.youtube.com/watch?v=bl2n19V2NIw

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/bcc4tet

Tiago Costa

CD Brasiliana (2013) doQuinteto Vento em Madeira,Léa Freire, Teco Cardoso, Tiago Costa, Fernando Demarco, Edu Ribeiro
http://www.ventoemmadeira.com/pt/release/cd-brasiliana

Programa Ensaio, 2015
https://www.youtube.com/watch?v=dxmDbVFbVcQ

Trio Trappistas – Wilson Nascimento ( maestro e cantor) diretor e cantos) e Walter Nascimento (maestro e compositor) – irmãos formados no IA.

Algumas músicas
https://www.youtube.com/watch?v=PQtVCy4VV5A&t=11s

Canal Youtube
https://www.facebook.com/Trappistas/?fref=ts

Imagem de capa JU-online

O professor Eduardo Andrade