Servidores

A pandemia da Covid-19 afastou as pessoas dos ambientes de trabalho de forma repentina. Passada a fase aguda da crise sanitária, surge a preocupação em retomar as atividades presenciais de forma gradativa e segura, o que irá requerer mudanças na conduta individual e coletiva nos espaços do campus. Aqui você encontrará informações e orientações sobre uso do espaço físico, comportamento adequado e dicas pessoais nesse novo contexto.

 

Circulação em espaços abertos

  • É obrigatório o uso de máscara ao entrar na Unicamp.
  • Mantenha distanciamento físico de 1,50 metro, sem contatos pessoais.
  • Nos pontos de ônibus, a espera deve ser em fila com espaçamento de 1,50 metro entre as pessoas. Respeite as demarcações no piso.
  • Respeite as restrições de permanência e acesso informadas em alguns espaços abertos dos Campi.
  • Estão proibidas aglomerações.
  • Estão proibidas feiras e atividades comerciais.

Entrada nos edifícios

  • É obrigatório o uso de máscara ao entrar nos edifícios.
  • Mantenha sempre, no mínimo, 1,50 metro de distância das outras pessoas. 
  • Ao chegar na área de higienização, higienize as mãos com o álcool em gel 70%.
  • Higienize bolsas, mochilas e demais objetos que esteja trazendo.

Dentro dos edifícios

  • É obrigatório o uso de máscara durante todo o período de permanência nos edifícios.
  • Mantenha sempre, no mínimo, 1,50 metro de distância das outras pessoas. 
  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, especialmente antes de ingerir alimentos e após tossir ou espirrar. 
  • Se não tiver acesso à água e sabão, use álcool em gel a 70%.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal.
  • Mantenha as janelas e portas internas abertas.
  • O uso de ar-condicionado durante a pandemia está proibido em ambientes que não forem laboratórios de pesquisa ou seus anexos.
  • Evite, ao máximo, as reuniões presenciais.
  • Leve seus pertences pessoais em bolsas pequenas e mantenha-os limpos.
  • As salas de reunião poderão ser ocupadas por, no máximo, 2 pessoas.
  • Limpe sua superfície de trabalho (telefones, mesas, teclados, mouse, canetas) com álcool 70% e papel toalha várias vezes ao dia.

Espaços fechados

  • Cada edifício deve possuir uma área de higienização no acesso principal e os acessos secundários devem ser fechados. 
  • Essa área de higienização deve ser delimitada com fitas ou adesivos de piso e deve possuir um dispenser de álcool em gel a 70% e outro de álcool líquido a 70%. 
  • Cartazes com as indicações sobre a COVID-19 devem ser afixados nesta área: uso correto da máscara facial, etiquetas de comportamento e sintomas. 
  • Quando não for possível adequar todos os ocupantes dos espaços fechados de acordo com as normativas estabelecidas neste protocolo, os órgãos/unidades devem estabelecer alternativas de trabalho ou estudo através de revezamento de equipes presenciais e remotas. 
  • Este revezamento deve considerar que as equipes permaneçam com os mesmos integrantes do início ao fim das atividades, sem mescla de pessoas entre as equipes, com o objetivo de evitar a contaminação cruzada.
  • Recomenda-se a viabilização desta proposta através do revezamento de jornada ou revezamento de dias de acordo com as particularidades de cada órgão/unidade. 
  • Na troca entre as equipes de revezamento, é preciso seguir todas as normas de higienização de espaços. Além disso, recomenda-se a flexibilização dos horários de entrada e saída para evitar aglomerações.

Cartazes

Os cartazes contendo os protocolos da Unicamp para o retorno às atividades presenciais, solicitados pelas Unidades e Órgãos em setembro, serão distribuídos na sexta-feira, dia 09/10, das 9h às 17h, na Sala Multiuso I da EDUCORP.
Solicitamos comparecimento de pessoa responsável de sua Unidade/órgão para retirar o material, que será entregue na quantidade solicitada.

Salas de aula

  • As salas de aulas com ventilação natural poderão operar com o limite máximo de 30% de sua capacidade, desde que mantido o distanciamento mínimo de 1,50 metro entre as cadeiras ocupadas e garantindo a mesma medida para circulação. Faça o cálculo de estudantes por sala.
  • A unidade deverá fazer a demarcação ou inutilização das cadeiras que não poderão ser ocupadas. 
  • Deverá, também, higienizar bancadas, computadores, equipamentos e utensílios antes e após o uso.

Laboratórios

  • Os laboratórios com ventilação natural poderão operar com o limite de 30% de sua capacidade, desde que mantido o distanciamento mínimo de 1,50 metro entre as cadeiras ocupadas e garantida a mesma medida para circulação. 
  • A unidade deverá fazer a demarcação ou inutilização dos postos que não poderão ser ocupados. Recomenda-se a criação de esquema de rodízio para reduzir a quantidade de pessoas e higienizar bancadas, computadores, equipamentos e utensílios antes e após o uso.
  • Recomenda-se óculos de proteção ou protetores faciais, desde que os mesmos não impossibilitem as atividades.

Ambientes climatizados

Pesquisas indicam que o uso de ambientes climatizados não é recomendável, pois as gotículas suspensas se dissipam rapidamente com o fluxo de ar dos equipamentos de climatização. Por isso, seu uso está proibido. 
As salas que não possuem janelas e dependem da climatização não devem ser usadas. 
Os laboratórios que necessitem da climatização para controle de temperatura em pesquisas específicas devem usar a climatização com o cuidado de restringir os usuários ao mínimo possível de cada vez. Preferencialmente, restringir a uma pessoa por vez no laboratório.

Estudos quanto a eficiência do uso de filtros HEPA, MERV-13 e outros, para ambiente de conforto, estão em andamento, de forma que, neste momento, não há garantias de que a adoção de filtros especiais poderá ser eficiente na não infecção dos usuários de condicionadores de ar pelo SARS-Cov-2. Por isso, não colocamos como possibilidade de instalação.

Auditórios

  • Os auditórios poderão operar com o limite máximo de 30% de sua capacidade, desde que mantenha o distanciamento de 1,50 metro entre as cadeiras ocupadas e garantindo a mesma medida para circulação.
  • A unidade deve fazer a demarcação ou interdição das cadeiras que não poderão ser ocupadas. 
  • É imprescindível fazer a higiene de todo o espaço, bem como de todas as cadeiras e poltronas antes e após o uso. 

Praças e teatros de arena

  • É obrigatório uso de máscara de proteção.
  • Manter o distanciamento físico mínimo de 1,50 metro entre pessoas.
  • Respeite as restrições de permanência e em algumas Praças e Teatros do Campus. 
  • Estão proibidas aglomerações.
  • Estão proibidas as feiras e atividades comerciais.
  • É necessário fazer a higienização de bancos e demais mobiliários urbanos quando existirem, antes e após o uso do espaço, e prever um tempo para que essa higienização seja feita entre as atividades.

Espaços administrativos

As atividades técnico administrativas deverão retornar gradativamente de acordo com o Plano de Retorno da Unicamp. Cada Unidade ou Órgão deverá adequar seu plano de retorno para as atividades presenciais, de forma que a ocupação dos espaços administrativos respeite os protocolos estabelecidos sobre taxa de ocupação e ventilação. O distanciamento de 1,50 metro e o uso das máscaras de proteção são obrigatórios.

Atendimento ao público

  • Uso obrigatório de um dos tipos de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) indicados pela OMS: máscaras: N95, cirúrgicas ou de tecidos, luvas nitrílicas, viseiras/protetor facial do tipo face shield. 
  • Utilização de barreiras de acrílico nos postos fixos de atendimento.
  • Sempre que possível, realizar os atendimentos com hora marcada. Caso não seja possível, utilizar atendimento por senhas atentando para demarcação de distanciamento no piso ou de poltronas, quando da for o caso.
  • Manter distanciamento mínimo de 1,50 metro tanto para a circulação interna como para os postos de atendimento disponíveis para uso.
  • Lembramos que os atendimentos da área da saúde, como consultas médicas e atendimentos odontológicos, possuem características mais restritivas e serão tratados, em detalhes, nas normativas de atendimento para aquele setor.

Recebimento e entrega de materiais

  • Para materiais referentes ao almoxarifado central, as unidades requerentes devem concentrar ao máximo o pedido, de forma a unificar as entregas de determinado período e o almoxarifado deve fazer um rodízio de equipes de acordo com os locais de entrega para que sempre o mesmo entregador leve materiais nas mesmas unidades.
  • O manuseio dos materiais deve ser feito com luvas ou o uso de álcool em gel nas mãos e os materiais recém-manuseados devem ser deixados em prateleira separada em quarentena pelo período de cinco dias.
  • Considerando que cada material possui um protocolo de desinfecção diferente para o Covid-19, recomenda-se o uso de câmera UV para desinfecção de materiais quando for possível.

Em caso de urgência, os funcionários que tiverem contato com os documentos deverão tomar as medidas protetivas em relação ao vírus:

  • Antes de manusear o processo, esteja de máscara e higienize as mãos com água e sabonete ou com álcool gel 70%.
  • Antes de encaminhar o processo, coloque-os em capas plásticas protetoras. 
  • Restrinja, ao máximo, o número de servidores em contato com o documento durante a sua tramitação.
  • A entrega documentos realizada pessoalmente ao destinatário deve envolver o maior distanciamento possível entre as pessoas.

Higienização de ambientes

A higienização dos ambientes deve acontecer sempre antes e após o uso. Para os casos de receberem mais de uma turma ou equipe por dia, o ambiente deve ser higienizado entre as visitas. 

De acordo com a Nota Técnica 22/2020 da Anvisa, devem ser usados apenas os produtos químicos regularizados na Avisa ou no Ibama, observando seu prazo de validade e seguindo as instruções do fabricante, como a concentração, o método de aplicação, tempo de contato e a diluição recomendada. Os produtos nunca devem ser misturados. 

Para ambientes internos, bancadas, superfícies, equipamentos e partes internas de veículos, recomenda-se: 

  • Higienizar com preparação alcoólica líquida (etanol ou isopropanol 70%), com papel toalha descartável, do mais limpo para o mais sujo, descartando o papel após o uso. Realizar a higienização das mãos antes e depois e usar proteção ocular (óculos de proteção ou protetores faciais), desde que os mesmos não impossibilitem a atividade.

Para ambientes externos, recomenda-se o uso de álcool gel 70% para desinfecção, mas também é possível utilizar produtos à base de:

  • Hipoclorito de sódio, na concentração 0,5%.
  • Quaternários de amônio, como o cloreto de benzalcônio, na concentração de 0,05%.
  • Peróxido de hidrogênio, na concentração de 0,5%.
  • Sabonete líquido, desde que seja respeitado o tempo residual.
  • Desinfetantes de uso geral com ação virucida.

Sanitários

  • É obrigatório o uso de máscara durante todo o tempo de uso do banheiro.
  • Manter o distanciamento mínimo de 1,50 metro entre os usuários.
  • Manter as janelas sempre abertas.
  • Abaixar a tampa do vaso antes de acionar a descarga.
  • Lavar as mãos com água e sabão.
  • Usar lixeiras com pedal e tampa.

Bebedouros

  • Nunca aproxime a boca do jato de água; dispense a água do bebedouro apenas em copos ou canecas. Cuidado especial deve ser tomado com as garrafas de água, evitando-se o contato de seu bocal com a haste/torneira. 
  • Não compartilhe copos com outras pessoas.
  • Teste o fluxo de água e deixe a água fluir por 10 segundos para permitir a entrada de água limpa e fresca antes de beber.
  • Depois higienize as mãos com álcool gel, ou lave-as com água e sabão.

Copas e refeitórios

  • As copas devem ser usadas por apenas uma pessoa de cada vez. 
  • Os refeitórios internos devem operar com o limite máximo de 30% da capacidade, respeitando sempre o distanciamento mínimo de 1,50 metro e, se for o caso, a demarcação ou inutilização das cadeiras que não poderão ser ocupadas. 
  • Colocar a máscara logo que terminar a refeição. Permanecer sem a máscara o mínimo de tempo possível.
  • Higienizar a mesa com álcool líquido e papel descartável, antes e depois de fazer a refeição. 
  • Cada pessoa deve levar seus próprios utensílios, higienizá-los e não  deixá-los na copa.
  • Os itens de uso comum devem ser temporariamente retirados de uso.
  • Manter o posicionamento das cadeiras em ziguezague para respeitar o distanciamento necessário de 1,50 metro.

Cantinas

  • As mesas para consumo no local estão proibidas e o atendimento presencial deverá ser através de senhas com a demarcação em piso do distanciamento de 1,50 metro na fila de atendimento.
  • Caso o permissionário tenha interesse, poderá trabalhar com sistema de delivery, desde que respeite sempre o uso de máscara e higienização dos pacotes e embalagens.
  • Todos os funcionários do estabelecimento deverão utilizar os EPIs indicados pela OMS, sendo eles: máscaras N95, cirúrgicas ou de tecidos, luvas nitrílicas, viseiras/protetor facial. 
  • A cantina deverá disponibilizar de álcool em gel a 70% para os clientes.

Elevadores

O uso de elevadores deve ser restrito à pessoas com deficiência (PCD) e ao transporte de materiais pesados. Pessoas não inseridas nestes grupos estão proibidas de acessar estes equipamentos.

Descarte de resíduos

  • Resíduos recicláveis: papel, plástico, vidro, metal, madeira e especiais (lâmpadas de vapor de mercúrio, pilhas e baterias, cartuchos e toners). 
  • Resíduos comuns: restos de alimentos, papel toalha, papel engordurado ou com sobras de alimentos.
  • Resíduos perigosos (gerados na área da saúde ou na Moradia por pessoa suspeita ou contaminada): lenço de papel, luvas, lixo de banheiro, papel toalha.

Identificação dos resíduos

  •    Branco: resíduo infectante
  •    Preto: resíduo comum
  •    Azul: resíduos recicláveis
  •    Vermelho ou outra cor: resíduo em quarentena

Como fazer o descarte

  • Todas as pessoas devem fazer o descarte de resíduos em locais apropriados, em especial os resíduos recicláveis.
  • Separar e depositar o resíduo comum em saco plástico adequado fornecido pela Unidade/Órgão.
  • Acondicionar o resíduo comum ocupando no máximo 2/3 da capacidade do saco plástico, que deverá ser fechado com um nó firme para garantir a contenção dos resíduos.
  • Os sacos plásticos deverão ser depositados em local específico designado pela Unidade para a coleta comum.

 

Procedimentos para o descarte de resíduos comuns<

  • Considerando o preenchimento diário de inquérito sintomatológico por todos os alunos, professores, servidores e demais profissionais que estejam com atividades presenciais na Universidade, além de realização de testagem prévia para Covid-19 obrigatória parte-se do pressuposto que as pessoas que estão trabalhando presencialmente na Universidade estão saudáveis, e os resíduos gerados pelas Unidades/Órgãos não são resíduos contaminados.
  • Os resíduos comuns irão para aterro sanitário e os recicláveis, serão tratados pela Universidade para devida destinação, não sendo necessário o descarte destes como resíduo contaminado, semelhante aos resíduos gerados pelas áreas hospitalares.
  • Os resíduos comuns devem ser descartados em lixeiras fechadas, com tampa, preferencialmente com pedal. 
  • Utilizar SACOS PRETOS.

Descarte de EPIs

  • Considerando o preenchimento diário de inquérito sintomatológico por todos os alunos, professores, servidores e demais profissionais que estejam com atividades presenciais na Universidade, além de realização de testagem prévia obrigatória para Covid-19, parte-se do pressuposto que as pessoas que estão trabalhando presencialmente na Universidade estão saudáveis e que os resíduos gerados pelas Unidades/Órgãos não são resíduos contaminados.
  • Os resíduos comuns irão para aterro sanitário e os recicláveis serão tratados pela Universidade para devida destinação.
  • Desta forma, as máscaras N95, cirúrgica ou de tecido, bem como as luvas, viseiras/protetores faciais utilizados fora da área de saúde deverão ser depositados, preferencialmente, nas lixeiras existentes nos banheiros, para que logo após o descarte, seja possível realizar a lavagem das mãos de forma apropriada. Estes resíduos devem ser descartados em saco plástico preto, impermeável, de material resistente a ruptura e vazamentos. Os materiais deverão ocupar no máximo 2/3 da capacidade do saco plástico que deverá ser fechado com um nó firme para garantir a contenção dos resíduos e ser encaminhado à coleta de lixo comum.  (Atenção: estes resíduos não deverão ser encaminhados à coleta seletiva!)
  • As máscaras cirúrgicas (descartáveis) utilizadas nas atividades laboratoriais deverão ser descartadas conforme o Plano de Gerenciamento de Resíduos Local. (Atenção: estes resíduos não deverão ser encaminhados à coleta seletiva!)

Transporte fretado

  • Os planos de retorno dos funcionários devem ser apresentados à Prefeitura do Campus e a SAR com, no mínimo, 20 dias de antecedência, para que sejam providenciados o número e tipo de veículos adequados para a demanda de usuários.
  • Os departamentos, sempre que possível, devem estabelecer rodízio nos horários das refeições, entre os funcionários que utilizam o transporte circular interno para deslocamento no Campus.
  • Importante que os grupos sejam sempre os mesmos, não havendo trocas dos horários como forma de minimizar riscos de contaminação cruzada. 
  • Caso a Unidade ou Órgão preveja, dentre as escalas, alterações em horários de entrada e saída, evite fazê-las com os funcionários que utilizam o transporte fretado.

Transporte coletivo/fretado

O transporte coletivo é um dos principais disseminadores do Covid-19. Desta forma, são essenciais algumas medidas para a segurança de todos:

  • Manter distanciamento de 1,50 metro e usar máscara.
  • Manter janelas abertas, quando não forem lacradas.
  • Usar máscara durante todo trajeto.
  • Não será permitido o embarque se o usuário estiver sem máscara.
  • Se o usuário ou o motorista retirarem a máscara durante o trajeto, serão notificados.
  • Sentar-se somente nos lugares demarcados, para manter o distanciamento. 
  • Os veículos devem circular com limite de 50% da capacidade de ocupação.
  • Não será permitida a ingestão de alimentos e líquidos no interior do ônibus.

Regras obrigatórias de convívio

  • Esteja sempre de máscara e use-a da maneira correta.
  • Higienize constantemente as mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%.
  • Mantenha sempre a distância mínima de 1,50 metro das pessoas. 
  • Ao tossir ou espirrar, afaste-se das pessoas e cubra sua face com o antebraço. 
  • Use um lenço descartável, jogue-o fora imediatamente e lave as mãos.
  • Não abrace, aperte as mãos ou tenha contatos mais próximos com outras pessoas. 
  • Traga sua própria garrafa d’água para uso pessoal.
  • Se possível, tenha sempre um frasco com álcool gel a 70% no bolso ou bolsa.
  • Se possível, traga máscaras sobressalentes e ter sempre um local para guardar as sujas enquanto não for possível lavá-las (somente para máscaras de pano).

Esteja atento aos sintomas

Se estiver com sintomas, não venha para o campus e procure atendimento médico.

Sintomas iniciais mais comuns:

  • Cansaço
  • Febre
  • Tosse seca

Outros sintomas iniciais:

  • Dor de cabeça e no corpo
  • Dor de garganta
  • Congestão nasal e coriza
  • Perda do olfato e paladar

Outros sintomas:

  • Diarreia
  • Conjuntivite
  • Erupções cutâneas

Sintomas de alerta para gravidade:

  • Falta de ar
  • Perda da fala
  • Dor no peito

Onde buscar ajuda

Sintomas iniciais: o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM) disponibiliza, para membros da comunidade Unicamp (docentes, alunos e funcionários), atendimento médico nas situações de agravo agudo à saúde (Pronto Atendimento), sem necessidade de agendamento prévio.

Horário de atendimento: das 7:00 às 17:30 horas.

Telefones: 35219130  -  35219021  -  35219029

Use máscara e leve documento.

Sintomas de alerta para gravidade: Atendimento na UER-HC 24 horas – Rua Carlos Chagas 18-362 – Cidade Universitária – Campinas.

Tirar dúvidas

Alunos dos cursos de Medicina e Enfermagem da Unicamp tiram dúvidas da população pelo telefone (19) 3521-9130.

https://www.fcm.unicamp.br/fcm/telessaude

Uso da máscara

Antes de colocar a máscara, lave ou higienize suas mãos.

Coloque a máscara pelo elástico, sem encostar no tecido.

Não toque no pano da máscara e não a remova para falar.

A máscara deve cobrir o queixo e o nariz.

Tire a máscara pelas alças laterais.

Higienize as mãos após o uso.

Troque a máscara quando ela estiver úmida ou danificada.

DIRETRIZES TÉCNICAS PARA PREVENÇÃO DA COVID-19 EM ATIVIDADES DE CANTO E USO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS

I. INTRODUÇÃO

 A COVID-19, ou doença do coronavírus, é a doença causada pelo vírus SARS-Cov-2. Seus primeiros casos, apresentados como “uma pneumonia de origem desconhecida”, foram identificados em dezembro de 2019 em Wuhan, capital da província de Hubei, na China.1 No Brasil, a primeira notificação de um caso confirmado de COVID-19 recebida pelo Ministério da Saúde ocorreu no dia 26 de fevereiro de 2020, e em 11 de março de 2020, a OMS declarou estado de pandemia por Covid-19. Atualmente, existem quase vinte e oito milhões de casos confirmados e perto de noventas mil mortes causadas por esta doença, distribuídos em 216 países, áreas ou territórios.2    

A transmissão do SARS-CoV-2 parece ocorrer principalmente por gotículas e contato próximo com casos sintomáticos infectados 3; uma pessoa doente elimina gotículas respiratórias ou secreções contendo o vírus ao tossir, espirrar, falar ou cantar, e estas entram em contato direto ou indireto (através do toque de superfícies contaminadas) com pessoas saudáveis pelo nariz, olhos ou boca. 

Gotículas respiratórias com menos de 5 micrômetros de diâmetro, assim denominadas “aerossóis”, podem permanecer no ar por mais tempo e viajar por distâncias maiores, levando consigo partículas de vírus (o SARS-CoV-2 tem apenas 0,1 micrômetro de diâmetro, então há espaço para muitos vírus em aerossóis); elas são comprovadamente geradas em procedimentos de saúde como intubação endotraqueal, sucção das vias aéreas, ventilação com pressão positiva e tratamento com nebulizador 4.

SARS-COV-2 VS TCHAIKOVSKY 

Mais recentemente, tem despertado o interesse científico a emissão de aerossóis contendo o vírus da Covid-19 também no ato de falar, cantar e tocar instrumentos, em razão da ocorrência, no início da pandemia, de surtos entre participantes de corais ao redor do mundo, levando à suspensão destas atividades em muitas regiões. 5-6 

Stadnytskyi e cols., por exemplo, utilizando a dispersão de luz laser, estimaram para um minuto de fala alta a geração de pelo menos 1000 núcleos de gotículas contendo vírions, as quais permaneceram no ar por pelo menos oito minutos.7 Comprovou-se, assim, que cantar em volume alto emite partículas em maior número e concentração de massa, aumentando a chance de transmissão aérea desta doença. 7,8 

Da mesma forma, reconhecendo o risco de propagação do vírus através dos instrumentos de sopro, alguns pesquisadores propuseram sua categorização em níveis de risco baixo, intermediário e alto, tomando como base a comparação de suas concentrações de aerossol com aquelas emitidas durante a respiração e a fala normais.9 

Assim sendo, este documento estabelece diretrizes técnicas com o objetivo de orientar gestores e profissionais da música quanto à minimização dos riscos de infecção pelo novo coronavírus decorrente de suas práticas no ambiente universitário.     

II. FATORES QUE INFLUENCIAM A EMISSÃO DE AEROSSÓIS E A TRANSMISSIBILIDADE DA COVID-19 9-12

 Volume da voz - A concentração respiratória das partículas aumenta rapidamente em proporção com o volume da voz, e varia em mais de uma ordem de magnitude do volume mais baixo para o mais alto, seja falando ou cantando. Portanto,      falar alto, gritar ou cantar aumentam a chance de transmissão do SARS-CoV-2. Além disso, chamam atenção os “super emissores da fala”, indivíduos que exalam significativamente mais partículas de aerossol do que outros. 

Tipo de instrumento, comportamento respiratório individual, técnicas especiais - a quantidade de aerossol gerada pelos instrumentos de sopro parece variar de acordo com a mudança do nível dinâmico, do padrão de articulação, do comportamento respiratório normal dos indivíduos e até do uso de algumas técnicas especiais durante a sua execução; mesmo tais efeitos modificam-se muito conforme o tipo de instrumento, dependendo de técnicas de respiração específicas, bem como da estrutura do tubo e do design de entrada do instrumento. 

Neste sentido, os instrumentos de sopro podem ser categorizados por risco, quanto à sua emissão de aerossóis, em baixo (ex., tuba), intermediário (ex., flautim, flauta, clarinete baixo, trompa francesa e clarinete) e alto risco (ex., trompete, trombone baixo e oboé), quando comparados à emissão na faixa da respiração (~ 90 ± 65 partículas/L) e da fala (~ 230 ± 95 partículas/L). Ademais, observou-se que os instrumentos de metal produzem aerossóis na proporção inversa ao comprimento da sua câmara de ar. 

Contato pessoal próximo / direto com casos COVID-19 - altos níveis de transmissão ocorrem entre pessoas próximas através do toque direto ou de nuvens respiratórias. Quanto mais perto se estiver de alguém liberando aerossóis contendo vírus, maior será a probabilidade da inalação de grandes quantidades deste agente infeccioso. Curiosamente, nuvens respiratórias contendo aerossóis viajam mais longe para a frente do que para os lados

Estar por muito tempo em espaços internos e mal ventilados - quando se trata de COVID-19, estar ao ar livre é 20 vezes mais seguro do que estar dentro de casa (ao ar livre, há bastante ar no qual os aerossóis podem se diluir). Foram relatados surtos de COVID-19 em ambientes fechados, lotados e inadequadamente ventilados, como restaurantes, boates, locais de culto ou de trabalho onde as pessoas podem estar falando, gritando ou cantando.

Superfícies contaminadas - O vírus viaja pelo ar em gotículas respiratórias que caem sobre superfícies, onde elas evaporam, deixando para trás cargas viáveis de vírus ou partículas virais. O vírus permanece viável por diferentes períodos de tempo de acordo com o material da superfície - até 72 horas em alguns tipos de plástico. 

Uso insuficiente ou incorreto de equipamento de proteção individual (EPI)

III - MEDIDAS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO À COVID-19 

1. MEDIDAS GERAIS: 

1.1 DISTANCIAMENTO FÍSICO - para facilitá-lo: 

- Sugere-se reduzir o número de cantores e músicos, realizando ensaios em pequenos grupos; para isso, será preciso calcular quantos caberão no mesmo ambiente; 

- Configurar cantores em linhas (lado a lado), evitando-se colocar um em frente ao outro, assim como a formação circular; 

- Posicionar os cantores e músicos tão distantes quanto possível na prática: idealmente 3.5 metros, e minimamente 2 metros. As distâncias mínimas específicas para cada instrumento devem ser adotadas rigorosamente durante as práticas de conjunto. No caso de cantores líricos, recomenda-se a distância de 3,5 metros. 

- Colocar marcadores de piso indicando o distanciamento seguro. - Barreira físicas: podem ser utilizadas lâminas de acrílico, caixas de plexiglass ou paredes de PVC ao redor de cantores e instrumentistas de sopro para tornar segura a redução da margem de distanciamento dos mesmos. Por exemplo, colocar uma proteção em plexiglass que exceda em altura a campana dos instrumentos de metal, para evitar que o aerossol se espalhe na área de trabalho das cordas ou dos outros músicos sentados à sua frente. De qualquer forma, muitas orquestras trabalham já com tais proteções, geralmente para proteger os músicos contra ruídos. Vale ressaltar que estas barreiras devem ser higienizadas a cada uso. 

1.2 USO DE MÁSCARAS 

- Os instrumentistas e cantores devem sempre usar máscara de tecido enquanto não estiverem atuando, e não se deve falar sem máscara; - No canto lírico seu uso é desaconselhável, sendo necessária atenção 

redobrada às distâncias seguras e à ventilação; já para o canto popular de estilos mais suaves, o uso da máscara é possível, contando-se com o microfone para compensar a perda acústica; 

- Os cantores devem possuir máscaras reservas e trocá-las sempre que ficarem úmidas; 

- O uso frequente de máscaras durante as atividades requer maior cuidado com a alimentação e hidratação, pois o gasto energético será cada vez mais alto e a fadiga também poderá aparecer mais cedo; no entanto, o treino regular tende a fortalecer a capacidade respiratória; 

- Recomendam-se ainda as “tampas de sino” como "máscaras" para os instrumentos, podendo ser feitas de várias camadas de denier nylon

1.3 USO DE FACE SHIELDS - não é recomendado para atividades de canto ou de uso de instrumentos musicais. 

1.4 EVITAR O TOQUE 

- Dispensar hábitos de saudação como beijo, abraço ou aperto de mão; - Cantores não devem tocar o rosto como parte de um exercício de aquecimento ou método de instrução de canto (ou a qualquer hora desnecessariamente). 

1.5 ESPAÇO E VENTILAÇÃO 

- Ensaiar ou realizar apresentação, sempre que possível, ao ar livre. Em sua impossibilidade, escolher o maior espaço interno disponível;

- No caso de espaço interno, selecionar aqueles com ventilação adequada, tanto através do uso de sistemas mecânicos quanto pela manutenção de portas e janelas abertas. O uso de ventiladores deve ser evitado; 

- Fazer pausas frequentes entre os ensaios, desocupando-o por períodos longos o suficiente para permitir uma mudança completa de ar; 

- Uma opção para um espaço interno e mal ventilado pode ser uma barraca aberta (tenda); 

- É recomendado o uso do fluxo único: os músicos entram por uma porta e saem por outra. 

Ensaiar e se apresentar ao ar livre, com distanciamento físico e máscaras de tecido usadas de maneira adequada, pode ser o menos arriscado de todos os ambientes para grupos maiores. 

1.6 HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 

- Recomenda-se adotar a higiene das mãos (com água corrente e sabão, ou com álcool 70%) antes, durante e depois do ensaio/apresentação; 

- Além disso, realizar como parte das práticas do dia-a-dia: antes de comer, depois de usar o banheiro, depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar, depois de tocar em superfícies frequentemente tocadas, como maçanetas, corrimãos e bebedouros, manusear lixo ou objetos compartilhados, e depois de colocar, tocar ou remover as máscaras faciais. 

1.7 HIGIENIZAÇÃO DO AMBIENTE - deve acontecer sempre antes e após o seu uso, ou entre os usos para o caso de mais de uma turma ou equipe por dia;

1.8 HIGIENIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES 

- Cada indivíduo deve se responsabilizar pela higienização de itens como instrumentos musicais e estantes, antes e após cada prática musical; 

- As partituras devem ser de uso individual, evitando-se seu compartilhamento (assim como qualquer objeto) durante os ensaios. O músico deve ser responsável por trazer e levar a sua partitura; 

- Sugere-se, tanto quanto possível, remover do ambiente de ensaio as superfícies com chance de contaminação como cadeiras e suportes para partituras; 

1.9 DURAÇÃO DO ENSAIO / APRESENTAÇÃO - considerar tempos curtos, sempre que for possível; o tempo máximo de ensaio recomendado em ambientes fechados, mesmo em boas condições de ventilação, é de 1 hora. Após esse período, um intervalo de 20 minutos é necessário para que o aerossol acumulado seja eliminado ou depositado, quando ninguém deve permanecer na sala.       

 2. PARTICIPANTES         

Todos devem respeitar as medidas preventivas gerais. 

2.1 PÚBLICO - evitar ou limitar a presença de público durantes os ensaios e apresentações; 

2.2 MAESTRO E CONDUTOR - como estarão de frente para os cantores e instrumentistas, devem se posicionar a 3.5 metros de distância da primeira fila de cantores. Usar máscara de tecido o tempo todo. 

2.3 ARTISTAS DE UMA FORMA GERAL 

Deverão cumprir todas as normas sanitárias indicadas pela Universidade, incluindo o preenchimento diário, antes do início das atividades, do aplicativo AVISU (Aplicativo de Vigilância em Saúde da Unicamp) de inquérito

sintomatológico e rastreamento de contatos; 

- Não poderão comparecer presencialmente aos ensaios artistas que estejam portando qualquer sintoma sugestivo de Covid-19

- Deve-se avaliar com cautela a presença daqueles com condições de risco de agravamento da Covid-19 ;1 

- É importante manter um registro de presença de todos os ensaios, para facilitar a busca de contatos para o caso de adoecimento de alguém do grupo. 

1 Condições de risco para agravamento da Covid-19 (Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica - Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional pela Doença pelo Coronavírus 2019 - 05 de agosto de 2020): Idade igual ou superior a 60 anos; Tabagismo; Obesidade; Miocardiopatias de diferentes etiologias (insuficiência cardíaca, miocardiopatia isquêmica etc.); Hipertensão arterial; Pneumopatias graves ou descompensados (asma moderada/grave, DPOC); Imunodepressão e imunossupressão; Doenças renais crônicas em estágio avançado (graus 3, 4 e 5); Diabetes melito, conforme juízo clínico; Doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica; Neoplasia maligna (exceto câncer não melanótico de pele); Algumas doenças hematológicas (incluindo anemia falciforme e talassemia); Gestação.

2.4 CANTORES 

- Cantores líricos: sua distância segura é de pelo menos 3,5m, em todas as direções; usar máscaras de tecidos quando não estiverem cantando; 

- Cantores populares: usar máscara de tecido o tempo todo; se necessário, usar microfone para manter um baixo volume de conversação, lembrando-se de higienizá-lo antes e depois do uso; 

- Volume do canto / fala: considerar grupos menores e o tipo de música a ser cantada. Cantar baixinho tanto quanto possível, e falar calmamente. 

3. INSTRUMENTISTAS E USO DE INSTRUMENTOS 

Realizar limpeza antes e após o uso de cada instrumento, e não compartilhá-los;

3.1 Instrumentos de corda, teclado e percussão - não há orientações específicas para os instrumentistas: seguir as recomendações gerais de distanciamento físico, uso de máscara e higienização. 

3.2 Instrumentos de sopro

- Os instrumentistas de sopro dispensarão o uso da máscara enquanto estiverem tocando; 

- Manter distância segura entre os instrumentistas de pelo menos 2 metros em todas as direções; as atividades que envolvem instrumentos de sopro de alto risco (trompete, trombone, oboé, etc.) requerem distanciamento físico adicional, maior atenção quanto à redução da ocupação do ambiente e melhorias na ventilação, em comparação com as que envolvem os instrumentos com níveis de risco mais baixos, já citados anteriormente; 

- As válvulas de saliva não devem ser esvaziadas no chão. Recomenda-se usar um dispositivo de coleta para o conteúdo da válvula de cuspe, a ser descartado posteriormente; 

- Deve-se limitar a entrada por vez nas áreas de armazenamento, que devem ter todas as suas superfícies limpas com álcool a 70% antes e depois do seu toque, descartando-se o lenço adequadamente na sequência. 

4. OUTRAS CONSIDERAÇÕES 

4.1 MUSICA ONLINE - Em tempos de pandemia, o uso criativo da tecnologia pode ser muito útil para melhorar a capacidade de se fazer música colaborativa. 

4.2 Finalmente, sugere-se a leitura das cartilhas de recomendação para o convívio seguro na Unicamp.17         

IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

 1. Guan W, Ni Z, Hu Y. Clinical characteristics of coronavirus disease 2019 in China.N Engl J Med 2020; 382:1708-1720.   

2. WHO. Coronavirus disease (COVID-19) pandemic. Numbers at a glance. Disponível em: 

https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019?gclid=EAI aIQobChMI8OGI08XP6gIVBgiRCh3BxgUxEAAYASAAEgK7DPD_BwE. Acesso em 10/09/2020. 

3. WHO. Transmission of SARS-CoV-2: implications for infection prevention precautions: scientific brief, 09 July 2020. Disponível em: 

https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/333114/WHO-2019-nCoV-Sci _Brief-Transmission_modes-2020.3-eng.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em 10/09/2020. 

4. Tran K, Cimon K, Severn M, Pessoa-Silva CL, Conly J. Aerosol generating procedures and risk of transmission of acute respiratory infections to healthcare workers: a systematic review. PLoS One. 2012;7(4):e35797. doi:10.1371/journal.pone.0035797. 

5. Charlotte, N. High Rate of SARS-CoV-2 Transmission due to Choir Practice in France at theBeginning of the COVID-19 Pandemic. 1–8 (2020). MedRxiv doi:10.1101/2020.07.19.20145326. 

6. Miller, S. L. et al. Transmission of SARS-CoV-2 by inhalation of respiratory aerosol in the Skagit Valley Chorale superspreading event. MedRxiv doi:10.1101/2020.06.15.20132027. 

7. Stadnytskyi V, Bax CE, Bax A, Anfinrud P. The airborne lifetime of small speech droplets and their potential importance in SARS-CoV-2 transmission. Proceedings of the National Academy of Sciences. 2020; 117(22):11875– 359 11877. Disponível em: https://www.pnas.org/content/117/22/11875, doi: 10.1073/pnas.2006874117. Acesso em 11/09/2020.

8. Gregson FKA, Watson NA, Orton CM, Haddrell AE, McCarthy LP, Finnie TJR, et al. Comparing the Respirable Aerosol Concentrations and Particle Size Distributions Generated by Singing, Speaking and Breathing. 

9. He R, Gao L, Trifonov M, Hong J. Geração de aerossol de diferentes instrumentos de vento. Pré-impressão medRxiv. 

10.Asadi, S., Wexler, A. S., Cappa, C. D., Barreda, S., Bouvier, N. M., & Ristenpart, W. D. (2019). Aerosol emission and superemission during human speech increase with voice loudness. Sci Rep 9, 2348 (2019). 

11.Olsen SJ, Chang HL, Cheung TYY, Tang AFY, Fisk TL, Ooi SPL, et al. Transmission of the Severe Acute Respiratory Syndrome on Aircraft. N. Engl. J. Med. 2003; 349 : 2416–2422. 

12.WHO.Q&A: How is COVID-19 transmitted?. Disponível em: https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-how-is-covid-19-transmitted. Acesso em 15/09/2020. 

13.European Centre For Disease Prevention - ECDC. Transmission of COVID-19. Disponível em: 

https://www.ecdc.europa.eu/en/covid-19/latest-evidence/transmission. Acesso em 15/09/2020. 

14.Practical guidelines for conductors and choirs 8 September 2020. Disponível em: 

https://www.abcd.org.uk/storage/COVID19_resources/ABCD_Risk_managem ent_guidance_for_choirs_September_2020.pdf. Acesso em 15/09/2020. 15.Naunheim MR, Bock J, Doucette PA, et al. Safer Singing During the SARS-CoV-2 Pandemic: What We Know and What We Don't. [publicado online antes da impressão, 2 de julho de 2020]. J Voice . 2020; S0892-1997 (20) 30245-9. doi: 10.1016 / j.jvoice.2020.06.028. 

16.Fórum Brasileiro de Ópera, Dança & Música de Concerto. Protocolos de Segurança Sanitária para a Prática Musical em ambiente público em tempos de pandemia de Covid-19. Disponível em: 

http://musica.ufmg.br/orquestra/wp-content/uploads/2020/06/PSS-Pr%C3%A1 tica-Musical-FBODMC-5-de-junho-de-2020.pdf. Acesso em 17/09/2020.

17.Universidade Estadual de Campinas. UNICAMP. Orientações para o convívio seguro. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/cartilha-covid-19. Acesso em 17/09/2020.