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2ª Mostra de Filmes da Adunicamp terá 16 filmes e quatro debates

Programação reúne trabalhos de 20 realizadores em quatro encontros até novembro, com sessões seguidas de debates com os cineastas

A 2ª Mostra de Filmes da Adunicamp – Caminhos e Identidade do Audiovisual de Campinas e Região começa em 31 de agosto e contará com 16 filmes de 20 realizadores em quatro encontros, até novembro, no Auditório da Adunicamp, com sessões seguidas de mesas de debate com os realizadores. “A produção audiovisual de Campinas e região vive um momento de efervescência criativa”, destaca o cineasta Hamilton Rosa Júnior, curador do evento.

A mostra reúne produções recentes e de diferentes gêneros e linguagens. A seleção chama a atenção pela presença feminina: entre os 20 realizadores da região, dez são diretoras.

Para o organizador, a composição da programação pode revelar mudanças na própria produção audiovisual da comunidade. “Temos dez diretoras apresentando filmes, alguns com discursos bem políticos e contundentes, e também filmes de diretores masculinos retratando o universo feminino. Acho que isso traduz alguma mudança na tendência do audiovisual de nossa comunidade”, afirma.

O primeiro encontro, em 31 de agosto, apresenta Memória Veneno (2026), de Marta Fontenelle;Pancadão 0800(2026), de Max Souza; A Maquiadora (2022), de Victor Oliveira; e Recorrências (2018), de Barbara Daniel e Isa Ricchiero.

No dia 30 de setembro, a segunda sessão vai exibir Anhangüera 92 (2025), de Huli de Paula e Mariana Gonzaga; Essa Não é a História de Gregor Samsa (2010), de Thiago Luciano; Miguê (2023), de Kaito Prado; e Vapor Speranza (2025), de Mauricio Squarisi.

O terceiro encontro, em 21 de outubro, terá os filmes O Monstro do Sertão (2026), de Helen Quintans; Eleonor (2025), de Natália Martins; O Narrador Onipotente (2025), de Rafael Santin; e Todas Essas que Eu Sou (2024), de Giovana Affonso.

No encerramento da programação, no dia 25 de novembro, serão exibidos A Permanência da Memória – Curta (2026), de Jean Marcel e Diego Ruiz de Aquino; Eu Ainda Existo (2025), de Flavio Carnielli; Verso Livre (2020), de Rodrigo Forti e Raffaela Pellini; e A Teia (2025), de Isa Mota.

As sessões e mesas de debate são gratuitas e serão realizadas no Auditório da Adunicamp, localizado na Avenida Érico Veríssimo, 1479, Cidade Universitária, Campinas (SP).

Programação

1º encontro – 31 de agosto (segunda-feira), às 19h

Memória Veneno (2026), de Marta Fontenelle — 25 min

Pancadão 0800 (2026), de Max Souza — 21 min

A Maquiadora (2022), de Victor Oliveira — 7 min

Recorrências (2018), de Barbara Daniel e Isa Ricchiero — 5 min

Mesa com os realizadores após a sessão

2º encontro – 30 de setembro (quarta-feira), às 19h

Anhangüera 92 (2025), de Huli de Paula e Mariana Gonzaga — 25 min

Essa Não é a História de Gregor Samsa (2010), de Thiago Luciano — 10 min

Miguê (2023), de Kaito Prado — 19 min

Vapor Speranza (2025), de Mauricio Squarisi — 15 min

Mesa com os realizadores após a sessão

3º encontro – 21 de outubro (quarta-feira), às 19h

O Monstro do Sertão (2026), de Helen Quintans — 18 min

Eleonor (2025), de Natália Martins — 14 min

O Narrador Onipotente (2025), de Rafael Santin — 25 min

Todas Essas que Eu Sou (2024), de Giovana Affonso — 9 min

Mesa com os realizadores após a sessão.

4º encontro – 25 de novembro (quarta-feira), às 19h

A Permanência da Memória – Curta (2026), de Jean Marcel e Diego Ruiz Aquino — 20 min

Eu Ainda Existo (2025), de Flavio Carnielli — 11 min

Verso Livre (2020), de Rodrigo Forti e Raffaela Pellini — 16 min

A Teia (2025), de Isa Mota — 15 min

Mesa com os realizadores após a sessão

Foto de capa:

Pessoa com cabelos longos e escuros, iluminada por luz alaranjada quente, com rosto de perfil voltado para a esquerda, ao lado de elementos gráficos compostos por bobinas de filme, engrenagens e círculos luminosos em tons de laranja e dourado sobre fundo preto, criando uma composição temática de cinema e tecnologia.
A mostra reúne produções recentes e de diferentes gêneros e linguagens
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