TABELA DE TRANSFORMIDADES - (emergia/Joule, emergia/kg, emergia/US$)
de recursos naturais, insumos industriais e produtos de ecossistemas. Ver citações no final.
Valores usados até 2000. Novos cálculos estão sendo feitos e publicados em forma de folios.
Veja: http://www.enveng.ufl.edu/homepp/brown/syseco/xchng.htm
Fontes primárias 
Transformidade 
sej / J
Transformidade 
sej / kg
 Sol (a unidade, por definição)
1
 Vento
1 496
 Chuva - energia física (gravidade)
10 488
 Chuva - potencial químico
18 200
91 000 000
 Rios - sedimento
73750
17.1 E11
 Solos:  formação ou  perda
73750
 Energia da biomassa
sej / J
 sej / kg
 Madeira (plantação - Nova Zelândia)
6 700
-
 Madeira (plantação - Brasil) 19 000 - 35 000 1. 64 E11
  Madeira de pino 7 000 1.00 E11
 Madeira de toras (boa qualidade) 41 000 3.90 E11
 Selva úmida tropical - madeira in situ
38 360
3. 69 E11
 Selva úmida tropical - madeira colhida  44 000 3. 98 E11
 Energia da biomassa renovável
sej / J
sej / kg
 Carvão preparado de madeira 
107 000
 
 Papel, papelão
215 000
39.00 E11
 Energia da biomassa não renovável 
sej / J
 sej / kg
 Carvão
40 000
-
 Gás natural
48 000
-
 Petróleo cru
54 000
-
 Etanol (petroquímico) 60 000
 Gasolina - óleo Diesel 66 000 2.76 E12 
 Eletricidade
 sej / J
 Valor médio
173 681
 Valor considerando transporte
200 000
 Substâncias da crosta terrestre
sej / J
 Rochas graníticas
416 666
 Rochas metamórficas
67 222
 Sedimento continental
197 777
 Substâncias do ciclo sedimentar terrestre
sej / J
sej / kg
 Calcário 1 620 000 10 E11
 Areia 20 000 000 10 E11
 Evaporitos (NaCl)
3 300 000
10 E11
 Bauxita (mineral de alumínio)
15 000 000
10 E11
 Argila proveniente do intemperismo
-
17.1 E11

 Insumos agrícolas e industriais
 Água
sej / J
sej / kg
 Água do subsolo 110 000  - 
 Água de irrigação (Texas)
255 000
-
 Água para o consumidor humano
666 000
 
 Água servida
41 000
-
 Sementes
50 000 - 500 000
1.48 E12 
 Pesticidas (geral)
1 970 000
1.48 E13
 Herbicidas (geral)
-
1.48 E13
 Fertilizantes
sej / J fertilizante
sej / kg fertilizante
sej/ kg elemento
 Potásicos (3 000 000) 11.0 E11 17.4 E11
 Nitrogenados
(1 860 000)
38.0 E11
46.0 E11
 Fosfatados
(10 100 000)
39.0 E11
178.0 E11
 Formula 20-20-40   
34.0 E11
 
 Produtos agrícolas
sej / J
sej / kg
 Capim
4 300
-
 Sabugo do milho
39 000
-
 Coco
19 000
-
 Óleo de coco
120 000
-
 Copra
690 000
-
 Sabão de coco
720 000
-
 Banana
530 000
-
 Arroz - cultura de baixa energia
24 000
4.5 E11
 Arroz - cultura de alta energia
44 000
8.3 E11
 Milho - cultivo queima e roça (rodízio)
27 000
-
 Milho - cultura comercial
68000 - 83000
13.0 E11
 Grãos
68 000
-
 Algodão
1 900 000
-
 Trigo
68 000
-
 Cana de açúcar (baixa intensidade)
24 600
-
 Bagaço
48 500
-
 Açúcar de cana 
89 700
-
 Etanol de cana
86 200
-
 Vegetais processados (em geral)
200 000
-
 Produtos pecuários
sej / J
sej / kg
 Leite
1 060 000
-
 Produtos lácteos
1 670 000
-
 Manteiga
1 300 000
-
 Carne de carneiro e de frango
2 000 000
-
 Carne de boi
1 730 000
-
 Terneiro
4 000 000
-
 Lã
4 400 000
720 E11
 Seda
34 000 000
-
 Estrume (esterco com 15% de umidade)
26450 
4.78 E12 
 Produtos do mar
 sej / J
 Carne de peixe
  8 000 000
 Ostras
  3 000 000
 Caranguejos
  5 950 000
 Camarão
13 000 000
 Produtos químicos e Fibras
 sej / J
 sej / kg
 Plásticos
66 000
43.0 E11
 Produtos químicos (em geral)   38.0 E11
 Borracha
-
43.0 E11
 Cimento
748 000 000
330.0 E11
 Concreto
92 600 000
-
 Asfalto
347 000
-
 Vidro
-
8.4 E11
 Produtos de madeira
34 000 - 500 000
 
 Produtos de papel
215000-2000000
 
 Têxteis
1.3 E6 -3.8 E6
 
 Metais e maquinaria
sej / J
 sej / kg
 Lingote de alumínio
-
163.0 E11
 Minério de ferro
60 000 000
8.6 - 14 E11
 Aço refinado
(51 500 000)
18E11-26E11)
 Produtos finais de ferro
(19 700 000)
(9.2 - 18.0 E11)
 Maquinaria de aço, veículos
(75 E6 - 139 E6)
67.0 E11
 Ligas de cobre e zinco
-
680.0 E11
 Prata 
-
3.0 E17
 Ouro
-
4.4 E17
 Trabalho humano (no Brasil)
    sej / J
 Trabalho humano simples no meio rural 400 000
 Operador de máquina no meio rural
  1200 000
 Trabalho de técnico agrícola
  2 000 000
 Trabalho técnico de vnível superior
  4 000 000
 Trabalho de profesor universitário 
  8 000 000
 Valor emergético da moeda dos EUA 
Transformidade 
sej / US$ (1981)
Transformidade 
sej / US$ (1989)
Transformidade 
sej / US$ (1995)
 Emergia/PNB
2.7 E 12
1.63 E12
(1.21) E12
 Cálculo da relação sej / US$ no Brasil
Dados de 1981
Dados de 1989
Dados de 1995
 Fluxo de emergia no Brasil (censos)
260 E22 sej
281 E22 sej
277 E22 sej
 Produto Nacional Bruto (PNB, IBGE), em 
 dólares na taxa de câmbio média do ano.
230 E9 US$
467 E9 US$
578 E9 US$
 Valor emergético do dólar no Brasil 
sej/dólar (1981)
sej/dólar (1989)
 sej/dólar (1995)
 Emergia/PNB
11.3 E12
6.02 E12
4.82 E12


Equação de ajuste em Excel:
(sej/dolar)=10*(248,0+878,16*EXP(-(ano-1981)/9,49))/1000
Variação da relação Emergia/Dólar no Brasil
 
Ano sej/US$ 
1981 11,30x1012
1989   6,02x1012
1995   4,79x1012
2000   3,75x1012
2005   3,00x1012
Valor médio anual da relação R$/US$ desde a criação do Real.
Ano
Reais/Dólar
1994
0,8640
1995
0,9725
1996
1,0394
1997
1,1164
1998
1,2087
1999
1,7890
2000
1,9554
2001
2,3204
Fonte: 
Banco Central do Brasil
URL: w3.bcb.gov.br/

Fontes usadas na recopilação de transformidades solares listadas na tabela.
1. Odum, E., G. Scott and H. Odum. 1979. Energy and environment in New Zealand Report to the Joint Centre for Environmental Science, University of Canterbury, New Zealand.
2. Odum, H.T. and E.C. Odum. 1983. Energy analysis overview of nations.
Working papers WP-83-82 of the International Institute for Applied Systems Analysis, A-2361 Laxenburg, Austria. 366pp.
3. Odum, H.T., F.C. Wang, J.F. Alexander, Jr., M. Gilliland, M.M. Miller and J. Sendzimir. 1987. Energy analysis of environmental value: A manual for estimating emergy. Report to the Nuclear Regulatory Commission. Published by NRC as Appendix E in: A manual for using energy analysis for plant siting . NUREC/CR- 3443. National Tech. Info Service, Springfield, Va.
4. Odum, H.T., M. T. Brown, and R. A. Christianson. 1986. Energy systems overview of the Amazon Basin. Report to the Cousteau Society. Publication No. 86-1. Center for Wetlands, University of Florida, Gainesville.
5. Odum, H.T.,E.C. Odum and M. Blissett. 1987. Ecology and economy: "Emergy" analysis and public policy in Texas. Department of Agriculture. 178 pp
6. Doherty, S.J., P. O. Nilsson and H.T. Odum. 1990. Emergy analysis of forest alternatives for Sweden.In: D. Bradley and P. O. Nilsson (eds.) Proceedings on Ecological Economics: its implications for forest management. U.S. Forest Service Workshop. Minneapolis, MN. In press.
7. McClanahan, T.R., M.T. Brown and H.T. Odum. 1990. Emergy analysis perspectives of Thailand and Mekong River dam proposals. Report to the Cousteau Society, Research Studies no. 89092601. Center for Wetlands, University of Florida, Gainesville.
8. Odum, H.T. 1990. Emergy and Public Policy. John Wiley and Sons, Inc., N. Y.
Unpublished manuscript in press, used with permission of author.
Note: these transformities are all updated calculations previously Published in reference no. 1, above.
9. Odum, H.T. 1996. Environmental Accounting. Emergy and Environmental Desicion Making. John Wiley & Sons, Inc., New York, USA. Páginas: 368.
10. Brandt-Williams, S., H.T. Odum. 1998. Procedure for Agricultural Emergy Evaluation, illustrated with analysis of tomato production in Florida. Capítulo do livro "Introdução à Engenharia Ecológica usando estudos de caso brasileiros", Ortega, E.; Safonov, P. e Comar, V. (Editores), Gráfica da Unicamp.

Compilação: Laboratório de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada http://www.unicamp.br/fea/ortega/index.htm
Campinas, SP, 6 de fevereiro de 2000. Atualização: 20-06-2002.