Novas modalidades de trabalho organizadas em torno de plataformas digitais têm dificultado a organização sindical dos trabalhadores. É o que mostram duas pesquisas defendidas no programa de pós-graduação em Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp: uma sobre motoristas e entregadores de aplicativo, de Eduardo Pereira, e outra sobre o comércio eletrônico, de Mateus dos Santos. A professora Andréia Galvão, orientadora dos dois estudos, lembra que empresas como Uber, 99 e Mercado Livre se expandiram nos últimos anos aproveitando-se da precarização já existente no mercado de trabalho.
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