Na porção leste do estado do Mato Grosso, quase na divisa com Goiás, estende-se uma área de 329 mil hectares de biodiversidade preservada. Trata-se da Terra Indígena Pimentel Barbosa, uma das nove áreas demarcadas dos povos Xavante. Em meio à expansão da agropecuária na região, o território se configura como uma ilha de preservação ambiental. É justamente esse efeito de ilhamento, propiciado pela demarcação, que um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp busca analisar. O estudo foi publicado na revista Geocarto International.
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