O rompimento da barragem B1 da mina Córrego do Feijão em Brumadinho (MG), no ano de 2019, deixou cicatrizes abertas e profundas na bacia do rio Paraopeba. Os rejeitos da mineração que foram lançados no entorno do rio causaram impactos sociais e ambientais severos, que transcendem os meios físico e biótico. Essa é uma das conclusões a que chega Maíra Rodrigues da Silva em tese defendida no Instituto de Geociências (IG) da Unicamp. Sua pesquisa se concentrou em analisar a chamada “zona quente”, a área mais próxima ao rompimento da barragem, e demonstrou que houve um impacto na biodiversidade da fauna aquática.
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