Jogadoras profissionais de futebol ingressam tardiamente em ambientes formais de treino e têm menos acesso a espaços oficiais de competições, o que gera efeitos negativos sobre seu desenvolvimento esportivo. Estes são alguns dos dados levantados pela profissional de educação física Chellsea Alcântara em seu doutorado, realizado na Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. Para a tese, foram entrevistadas 80 atletas de quatro clubes. Além de examinar trajetórias, a pesquisadora se deteve na análise do empoderamento e das experiências das jogadoras.
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