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Acervos

A Unicamp possui arquivos e centros de documentação que constituem um acervo que está ao alcance de qualquer interessado, subsidiam estudos e pesquisas nas mais variadas áreas do conhecimento. São fundos e coleções pertencentes a grandes nomes como o historiador Sérgio Buarque de Holanda, o físico César Lattes, o pensador anarquista Edgard Leuenroth, os escritores Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Hilda Hilst e a personalidades de vulto na história regional, a exemplo de Francisco Glicério, Ruy Rodrigues e Theodoro de Souza Campos Júnior.

Arquivo Central do Sistema de Arquivos (SIARQ), criado em 1984 preserva a memória da UNICAMP. Seu acervo é constituído por documentos produzidos e/ou recebidos em cumprimento das atividades das unidades e órgãos que compõem a universidade e por documentos de pessoas e/ou instituições privadas que contribuíram para a sua construção e seu desenvolvimento.

Arquivo Edgard Leuenroth (AEL), localizado no Instituto de Filosofia de Ciências Humanas (IFCH), preserva registros dos mais diversos movimentos sociais ocorridos no Brasil. Criado em 1974 com a chegada à Unicamp dos documentos de Edgard Leuenroth, pensador anarquista nascido em Mogi Mirim.

Centro de Documentação Alexandre Eulálio (CEDAE), do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), foi criado em 1984. O acervo é voltado à área de linguística e à literatura brasileira. Possui muitos manuscritos de grandes nomes dessa arte, arquivos pessoais de intelectuais e um extenso acervo em áudio de projetos de pesquisa.

Centro de Lógica Epitemologia e História da Ciência (CLEHC), implantado oficialmente na UNICAMP em 1977. Guarda documentos que registram etapas da evolução da Ciência no Brasil, bem como trabalhos inéditos na área de filosofia. Proporciona subsídios a pesquisadores e estudantes; e promove a publicação de duas revistas e uma coleção de livros.

Centro de Memória da Unicamp (CMU), foi criado em 1985, promove e integra estudos e pesquisas interdisciplinares voltados à reconstrução da memória histórica e sóciocultural de Campinas e região - desde o período de cultivo da cana e produção de açucar, do café, até a industrialização, documentando períodos, eventos e movimentos da história brasileira como a Abolição, a República e o Estado Novo. Além de ricas informações sobre escravidão e imigração.

Existem ainda a Galeria de Arte (IA)  e o Museu de História Natural no Instituto de Biologia (IB)