Unicamp vai conceder prêmio a funcionários da carreira Paepe
15/04/2011 - 08:30
15/04/2011 - 08:30
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A Unicamp vai conceder um prêmio de reconhecimento de mérito também aos funcionários da carreira Paepe (Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão), assim como já contempla os docentes com o Prêmio Zeferino Vaz e os estudantes com o Prêmio de Iniciação Científica (PIBIC). A medida aprovada na última reunião da Câmara de Administração (CAD) prevê a concessão de 38 prêmios por ano, no valor equivalente ao vencimento básico da referência 6-A (pela tabela remodelada), que hoje é de R$ 3.373,45. Haverá ainda o “grande prêmio” para um dos 38 contemplados, o que representa a adição do mesmo valor.
O professor José Ranali, chefe de Gabinete do Reitor, afirma que a Universidade está atendendo a uma expectativa antiga dos funcionários, que reivindicavam um prêmio de reconhecimento também dentro da sua categoria. “Atendendo ao pedido originado na Diretoria Geral de Recursos Humanos, o reitor Fernando Costa criou uma comissão com representantes de funcionários e de docentes do Conselho Universitário para regulamentar a concessão do prêmio”.
Segundo Ranali, os servidores da carreira Paepe poderão inscrever de forma voluntária, individualmente ou em grupo, projetos implantados ou em implantação que estabeleçam melhorias na qualidade do trabalho que exercem nas unidades e órgãos da Unicamp. “Pode ser uma atividade tanto em nível operacional como especializado, não há diferenciação em relação a isso. Vamos analisar o mérito das proposições, como de viabilizar economia de insumos dentro de um laboratório, melhorar a segurança no trabalho ou simplificar um procedimento administrativo. O leque é amplo”.
O chefe de Gabinete acrescenta que será reservado um prêmio para cada unidade de ensino e pesquisa, com os demais sendo distribuídos harmonicamente entre órgãos administrativos e da saúde. “Uma comissão em cada unidade ou órgão vai selecionar um vencedor e, definidos os 38, formaremos uma comissão geral para indicar o grande prêmio. Já estamos organizando um modelo padronizado para pré-inscrições no site da DGRH, onde os projetos poderão ser descritos de maneira simples e homogênea. Em 2011, excepcionalmente, a premiação será realizada fora do período estabelecido, ou seja, nos meses de março”.
Segundo a coordenadora da DGRH, Patrícia Maria Morato Lopes, a DGRH tomou a iniciativa de propor à Reitoria a criação do prêmio a partir da observação dos movimentos dos funcionários no sentido de sugerir melhorias em rotinas, processos de trabalho, meio ambiente, espaços físicos e outras atividades vivenciadas na rotina da Universidade. “Exemplo disso é o que se verifica nas edições do Simtec, onde se pode garimpar muitas preciosidades de um tesouro ainda meio escondido”, observa. “A intenção é que essas iniciativas, idéias, projetos, percepções ganhem vida, apareçam, se destaquem. Isso só contribuirá com a Unicamp”, completa Patrícia. De acordo com ela, a DGRH deve editar brevemente uma instrução complementar a respeito do assunto, que trará as orientações necessárias para a implementação do prêmio ainda este ano.
Reconhecimento – Na opinião de Edison Cardoso Lins, coordenador do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), o prêmio era uma demanda antiga dos funcionários, que querem ser reconhecidos pelo trabalho executado no dia a dia da Universidade. “É importante que este reconhecimento esteja chegando. Como servidor, tenho participado dos movimentos visando valorizar o esforço de cada um para cumprir sua atividade da melhor maneira possível. É um prêmio muito válido”.
Uma sugestão de Edison Lins é para que o Simpósio de Profissionais da Unicamp (Simtec), que já vai para a quarta edição, seja um dos parâmetros de avaliação na concessão do prêmio. “O Simtec é uma mostra profissional e aborda o que o funcionário realmente faz no cotidiano da Universidade. A institucionalização do prêmio é um importante ponto de partida, mas acho que deve haver espaço para revisões e mesmo para sua ampliação futuras”.
João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko, do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), fez parte da comissão constituída pelo reitor e aprovou o prêmio por criar certo equilíbrio entre as categorias da Unicamp. “Um aspecto positivo é que se estabelece uma política que incentiva o funcionário a pensar o trabalho e inovar. Mas este reconhecimento vai ter importância maior quando esta política for inserida na estrutura de avaliação da carreira Paepe, que hoje está moldada apenas na questão comportamental. O prêmio, em si, é positivo”.
O professor José Ranali, chefe de Gabinete do Reitor, afirma que a Universidade está atendendo a uma expectativa antiga dos funcionários, que reivindicavam um prêmio de reconhecimento também dentro da sua categoria. “Atendendo ao pedido originado na Diretoria Geral de Recursos Humanos, o reitor Fernando Costa criou uma comissão com representantes de funcionários e de docentes do Conselho Universitário para regulamentar a concessão do prêmio”.
Segundo Ranali, os servidores da carreira Paepe poderão inscrever de forma voluntária, individualmente ou em grupo, projetos implantados ou em implantação que estabeleçam melhorias na qualidade do trabalho que exercem nas unidades e órgãos da Unicamp. “Pode ser uma atividade tanto em nível operacional como especializado, não há diferenciação em relação a isso. Vamos analisar o mérito das proposições, como de viabilizar economia de insumos dentro de um laboratório, melhorar a segurança no trabalho ou simplificar um procedimento administrativo. O leque é amplo”.
O chefe de Gabinete acrescenta que será reservado um prêmio para cada unidade de ensino e pesquisa, com os demais sendo distribuídos harmonicamente entre órgãos administrativos e da saúde. “Uma comissão em cada unidade ou órgão vai selecionar um vencedor e, definidos os 38, formaremos uma comissão geral para indicar o grande prêmio. Já estamos organizando um modelo padronizado para pré-inscrições no site da DGRH, onde os projetos poderão ser descritos de maneira simples e homogênea. Em 2011, excepcionalmente, a premiação será realizada fora do período estabelecido, ou seja, nos meses de março”.
Segundo a coordenadora da DGRH, Patrícia Maria Morato Lopes, a DGRH tomou a iniciativa de propor à Reitoria a criação do prêmio a partir da observação dos movimentos dos funcionários no sentido de sugerir melhorias em rotinas, processos de trabalho, meio ambiente, espaços físicos e outras atividades vivenciadas na rotina da Universidade. “Exemplo disso é o que se verifica nas edições do Simtec, onde se pode garimpar muitas preciosidades de um tesouro ainda meio escondido”, observa. “A intenção é que essas iniciativas, idéias, projetos, percepções ganhem vida, apareçam, se destaquem. Isso só contribuirá com a Unicamp”, completa Patrícia. De acordo com ela, a DGRH deve editar brevemente uma instrução complementar a respeito do assunto, que trará as orientações necessárias para a implementação do prêmio ainda este ano.
Reconhecimento – Na opinião de Edison Cardoso Lins, coordenador do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), o prêmio era uma demanda antiga dos funcionários, que querem ser reconhecidos pelo trabalho executado no dia a dia da Universidade. “É importante que este reconhecimento esteja chegando. Como servidor, tenho participado dos movimentos visando valorizar o esforço de cada um para cumprir sua atividade da melhor maneira possível. É um prêmio muito válido”.
Uma sugestão de Edison Lins é para que o Simpósio de Profissionais da Unicamp (Simtec), que já vai para a quarta edição, seja um dos parâmetros de avaliação na concessão do prêmio. “O Simtec é uma mostra profissional e aborda o que o funcionário realmente faz no cotidiano da Universidade. A institucionalização do prêmio é um importante ponto de partida, mas acho que deve haver espaço para revisões e mesmo para sua ampliação futuras”.
João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko, do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), fez parte da comissão constituída pelo reitor e aprovou o prêmio por criar certo equilíbrio entre as categorias da Unicamp. “Um aspecto positivo é que se estabelece uma política que incentiva o funcionário a pensar o trabalho e inovar. Mas este reconhecimento vai ter importância maior quando esta política for inserida na estrutura de avaliação da carreira Paepe, que hoje está moldada apenas na questão comportamental. O prêmio, em si, é positivo”.


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