Ouça e Veja

Reitor fala sobre o orçamento da Unicamp para 2018

Reitor Marcelo Knobel | Foto: GR

No programa “Unicamp Direto ao Assunto”, Marcelo Knobel fala sobre o orçamento da Universidade para o próximo ano, que será votado na próxima semana no Consu.
 

 

 

 

Edição de número 43 do programa estreia giro de notícias.

Programa Oxigênio | Labjor e RTV Unicamp

Oxigênio #43 marca a estreia do formato giro de notícias, em que falamos sobre terapia gênica, mulheres pré-históricas, relatório do Banco Mundial e suas propostas para o Ensino Superior brasileiro, e, ainda, a presença de indígenas nas universidades. Venha conferir.
 

 

Entrevista com a historiadora Marta Abreu, autora do e-book Da Senzala ao Palco (Cecult-Editora da Unicamp), integra o primeiro programa do Especial História Ilustrada.

Entrevista com a historiadora Marta Abreu, autora do e-book Da Senzala ao Palco (Cecult-Editora da Unicamp), integra o primeiro programa do Especial História Ilustrada.

 

 

Martha Abreu

A 42ª edição do Oxigênio marca nova fase do programa e tem como tema o “Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams.

Programa Oxigênio | Labjor e RTV Unicamp

O Oxigênio 42 marca o início de uma nova fase do programa. O mote continua sendo ciência, tecnologia e cultura, mas agora os episódios são quinzenais e alternam entre dois formatos: um programa temático (como este 42), com entrevistas e comentários em torno de um mesmo assunto, e um giro de notícias, em que a equipe se reúne no estúdio para compartilhar novidades, polêmicas e dicas sobre o universo da ciência. Nesta edição o tema é o “Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, e sua relação com a ficção científica, o ensino de ciências e o humor. Afinal, quem conhece essa história sabe que 42 é a grande resposta da vida, do universo e tudo mais.

Além dessa reportagem, o programa traz também uma descrição da expedição marítima 369, que está sendo feita na costa da Austrália com o objetivo de coletar material que forma a camada geológica da Terra que podem trazer informações sobre o passado do planeta. Quem traz as informações é a documentarista Cristiane Delfina Duarte.
 

 

Objetivo do “Direto ao Assunto” é abrir mais um canal de comunicação do reitor (foto) com a sociedade e com a comunidade interna.

Reitor Marcelo Knobel

Com o objetivo de criar mais um canal de comunicação com a comunidade interna e, também, com a sociedade e estabelecer um diálogo franco sobre os principais assuntos da Universidade, o professor Marcelo Knobel, reitor da Unicamp, estreia o programa "Direto ao Assunto".

Levando em consideração o momento histórico que a instituição atravessa, com a aprovação pelo Conselho Universitário, das novas formas de ingresso, o assunto escolhido para o primeiro programa foi Inclusão Social.

Conduzido pelo jornalista Jeverson Barbieri e produzido pela Rádio Unicamp, o programa "Direto ao Assunto" terá periodicidade semanal, com duração de 15 minutos.

A comunidade poderá participar sugerindo pautas e enviando perguntas para o e-mail webradio@sec.unicamp.br

 

A historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes debatem sobre a amplitude política e social dos temas feministas

Gabrielly Ciurcio | Editora da Unicamp | Especial para o JU

O feminismo é um movimento que acompanha as demandas e necessidades sociais. Durante os anos 1970, no contexto dos novos movimentos sociais, os grupos feministas dedicavam-se ao tema da opressão da mulher. Duas décadas mais tarde, em sintonia com as mudanças dos padrões de feminilidade, masculinidade e das relações amorosas e sexuais, as questões de gênero ganharam espaço, tornando-se alvo de pesquisas e da militância.

Esse é o pano de fundo do programa de TV Café com Conversa de novembro, sobre “Gêneros e feminismos”, com a historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes do PAGU - Núcleo de Estudos de Gênero da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Numa conversa entusiasmada, elas debateram sobre a amplitude política e social dos temas feministas.

O programa é uma parceria da Secretaria de Comunicação da Unicamp, Editora da Unicamp e Casa do Professor Visitante/Fundação para o Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp). Esta edição do Café com Conversa foi uma homenagem à antropóloga Mariza Corrêa, uma das fundadoras do PAGU, que morreu em 2016.
 

Margareth Rago, autora de A aventura de contar-se, da Editora da Unicamp, comentou sobre o processo de escrita do livro e sobre a escolha das sete mulheres de diferentes vertentes do movimento feminista, cujas trajetórias são relatadas na obra. Suas vivências variam desde a prostituição até o exílio político e se tornaram historicamente importantes na medida em que colaboraram para reverter o quadro de invisibilidade feminina deixado pela ditadura militar. Uma das militantes retratadas no livro é justamente Maria Lygia Quartim de Moraes.

No programa, Maria Lygia abordou principalmente as opressões sofridas pelas mulheres e o processo de reversão dessa situação desde a Revolução Industrial, quando se começou a pensar o que é ser mulher sob o capitalismo. Sem deixar de comentar sobre o crescimento do feminismo em contraposição ao aumento da violência contra a mulher, a socióloga Lygia lembrou a questão das relações de poder entre masculino e feminino, ressaltando a percepção da mulher como um objeto e o deslocamento da ideia de virilidade masculina em diversas esferas da sociedade. “Não podemos nos esquecer de que o privado também é político”, afirmou, enfatizando que “os homens não vão abrir mão de seus privilégios”, ao discorrer sobre as posições que o movimento deveria tomar na atualidade.

A historiadora Margareth falou sobre a popularização do feminismo, o que gerou uma apropriação das ideias feministas por parte do capitalismo, levando parte do movimento a se rearticular e a buscar uma ressignificação de sua identidade. Para ela, “o feminismo é tão perfeito que não passou despercebido para os movimentos neoliberais”, lembrando justamente o fato de que muitas marcas e empresas têm usado ícones feministas como ferramenta para as vendas. Mas enfatizando, em contrapartida, que este é um efeito claro das proporções que os debates feministas têm tomado na sociedade.

Mulheres que se tornaram referência para o movimento feminista foram lembradas muitas vezes durante o programa, como Leila Diniz, Ruth Cardoso, Mariza Corrêa, Patrícia Galvão, a Pagu, e até mesmo Rita Lee, além é claro das mulheres que Margareth nos trouxe em seu livro, como Gabriela Leite, Ivone Gebara e a própria Maria Lygia.

A edição de novembro do Café com Conversa foi a última de 2017. As edições anteriores foram sobre “Mudanças climáticas”, “Impactos da reforma trabalhista” e “Literatura e redação no Vestibular da Unicamp”, todas disponíveis no Youtube no Canal da Editora da Unicamp e no Canal da TV Unicamp.

Links para os livros:

A aventura de contar-se


Traficantes do simbólico & outros ensaios sobre a história da antropologia: http://www.editoraunicamp.com.br/produto_detalhe.asp?id=1054

Links para os programas anteriores:

“Mudanças climáticas”

“O impacto da reforma trabalhista”

“Literatura e redação no Vestibular da Unicamp”

 

A historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes

Lembretes, novidades e formato da prova são alguns temas abordados em produção da TV Unicamp e Comvest.

Mais uma edição do programa Primeira Chamada está no ar. O tema é a primeira fase do Vestibular Unicamp 2018, que ocorre no próximo dia 19 de novembro. O coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, conversou com a jornalista Juliana Sangion sobre o formato das questões e da prova, sobre a segurança no vestibular, além de ter passado orientações aos candidatos que irão realizar o exame. A prova da primeira fase do Vestibular Unicamp 2018, composta de 90 questões de múltipla escolha, será aplicada em 33 cidades do país, com início às 13 horas (horário de Brasília) e duração de cinco horas.

 

 

Primeira Chamada | Reprodução Youtube

Programa destaca I Congresso de Filosofia e principais bandeiras do filósofo e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, falecido em 2015.

Um especial sobre o I Congresso Fausto Castilho de Filosofia, realizado de 2 a 6 de outubro na Unicamp, com alguns elementos biográficos e depoimentos sobre o filósofo e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, falecido em 2015. Essa é a proposta do programa que a TV Unicamp (SEC) acaba de lançar na internet e, a partir de domingo, na grade do canal universitário da NET, em diversos horários (www.rtv.unicamp.br). Com 20 minutos de duração, a equipe destacou as principais bandeiras de Castilho, como o conceito moderno de universidade, a fundação da área de humanidades da Unicamp e o fortalecimento da filosofia em língua portuguesa, a partir de traduções de grandes obras universais originais. No programa, também é possível conferir alguns momentos do próprio congresso, incluindo o colóquio “Ensaios e Discurso do Método” (René Descartes) e a atribuição do nome de Fausto Castilho à futura Biblioteca de Obras Raras e Especiais da universidade.

 

Leia mais sobre Fausto Castilho:

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/10/10/inquietacao-intelectual-de-um-filosofo-prodigo-em-ideias

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/09/29/fausto-castilho-interpreta-o-brasil

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/peter-schulz/o-dia-em-que-paramos-para-ouvir-fausto-castilho

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/10/02/universidade-segundo-fausto-castilho

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/537/mais-completa-traducao

 

 

Fausto Castilho | Foto: Antoninho Perri

Programa reuniu o historiador Luiz Marques e o engenheiro agrícola Jurandir Zullo Júnior.

Luís Fernando M. Costa (Editora da Unicamp) | Especial para o JU

A crescente preocupação com as mudanças climáticas gera um cenário em que se antevê, de um lado, o risco de catástrofes ambientais e, de outro, a necessidade de adaptação da economia e da sociedade a uma nova configuração do clima, na qual as temperaturas tendem a ser mais elevadas. Esse foi o mote da terceira edição do programa-evento Café com Conversa, que reuniu o engenheiro agrícola Jurandir Zullo Júnior e o historiador Luiz Marques para debater sobre “Mudanças climáticas: consequências e perspectivas”, uma parceria da Editora da Unicamp, Secretaria de Comunicação da Unicamp e Casa do Professor Visitante. A gravação ocorreu no dia 18 de outubro e já está no ar.

Segundo o historiador Luiz Marques, vencedor do prêmio Jabuti pelo livro Capitalismo e colapso ambiental, publicado pela Editora da Unicamp, a enorme inquietação vivida nas décadas de 1960, 70 e 80 se deslocou para o momento atual. “Naquela época, dadas as proporções do crescimento populacional, esperava-se uma crise de fome global por volta do ano 2000, porém, com avanços tecnológicos na produtividade e no melhoramento genético, esse problema foi superado”, afirma. Hoje, em contrapartida, analisa Marques, a ciência enfrenta um novo impasse: encontrar alternativas capazes de fazer frente às mudanças climáticas e ao exorbitante crescimento demográfico.

Na perspectiva de Marques, o desequilíbrio ambiental encontra cumplicidade no funcionamento do sistema capitalista, pois este tem como pressuposto o constante crescimento. Para amenizar seus efeitos sobre o meio ambiente, o historiador defende uma mudança de paradigma, ou seja, um sistema cujo funcionamento que não se baseie no crescimento.

Em contrapartida, o engenheiro agrícola Jurandir Zullo Júnior propõe modos de adaptação às mudanças que estão por vir. Desde 2001, ele realiza estudos com diversas culturas existentes no Brasil.

Recentemente, num extenso projeto temático, multi e interdisciplinar, enfocou a cultura da cana-de-açúcar que, excepcionalmente, beneficiou-se dos efeitos das mudanças climáticas (temperaturas mais altas e aumento das chuvas). A pesquisa resultou no livro Planejamento da produção de cana-de-açúcar no contexto das mudanças climáticas globais, organizado por Zullo, André Tosi Furtado e Claudia Castellanos Pfeiffer, da Editora da Unicamp. A ideia do projeto, explica Zullo, foi realizar um estudo amplo acerca do impacto das mudanças climáticas na agricultura, a fim de incentivar estudos e fornecer soluções para assegurar a produtividade e a segurança alimentícia do país.

O próximo Café com Conversa será sobre “Gêneros e Feminismos”, com a historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim Moraes. A gravação, aberta ao público, será no dia 8 de novembro (quarta-feira), às 16h30, no Café da Casa, na Casa do Professor Visitante da Unicamp. A plateia pode participar fazendo perguntas aos participantes.


Links dos livros
Capitalismo e colapso ambiental

Planejamento da produção de cana-de-açúcar
 

 

 

Luiz Marques e Jurandir Zullo Júnior

Docente discursou ao receber o título de professor emérito da Unicamp, em novembro de 2011. Falecido dia 15, Porchat criou o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Unicamp. 

A TV Unicamp recuperou e reeditou discurso de Oswaldo Porchat de Assis Pereira da Silva – falecido dia 15, aos 84 anos –, proferido em 23 de novembro de 2011, dia em que o filósofo recebeu o título de professor emérito da Unicamp, em cerimônia realizada na sala do Conselho Universitário (Consu). Em sua passagem pela Unicamp – Porchat foi também docente da USP –, criou o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) e o Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH).

 

Oswaldo Porchat | Foto: Antonio Scarpinetti