Ouça e Veja

Lixo eletrônico, motos flex, asteroide invasor, fibrose e uma entrevista com o micropaleontólogo Rodrigo Guerra estão entre os temas da 44ª edição do Oxigênio. Não perca!

Programa Oxigênio | Labjor e RTV Unicamp

 

As aulas de videodança foram ministradas pela professora visitante Karina Almeida, a convite de Marisa Lambert, coordenadora do curso. Participaram 50 alunos do Instituto de Artes (IA), que filmaram e editaram as próprias criações.

I Mostra de Videodança | Reprodução

Reitor destaca que, apesar do cenário desfavorável, a Universidade tem garantido a manutenção dessa atividade fundamental.

Lab. Fibra óptica | IFGW - Unicamp | Foto: Antonio Scarpinetti

 

 

Reitor fala sobre o orçamento da Unicamp para 2018

Reitor Marcelo Knobel | Foto: GR

No programa “Unicamp Direto ao Assunto”, Marcelo Knobel fala sobre o orçamento da Universidade para o próximo ano, que será votado na próxima semana no Consu.
 

 

 

 

Edição de número 43 do programa estreia giro de notícias.

Programa Oxigênio | Labjor e RTV Unicamp

Oxigênio #43 marca a estreia do formato giro de notícias, em que falamos sobre terapia gênica, mulheres pré-históricas, relatório do Banco Mundial e suas propostas para o Ensino Superior brasileiro, e, ainda, a presença de indígenas nas universidades. Venha conferir.
 

 

Entrevista com a historiadora Marta Abreu, autora do e-book Da Senzala ao Palco (Cecult-Editora da Unicamp), integra o primeiro programa do Especial História Ilustrada.

Entrevista com a historiadora Marta Abreu, autora do e-book Da Senzala ao Palco (Cecult-Editora da Unicamp), integra o primeiro programa do Especial História Ilustrada.

 

 

Martha Abreu

A 42ª edição do Oxigênio marca nova fase do programa e tem como tema o “Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams.

Programa Oxigênio | Labjor e RTV Unicamp

O Oxigênio 42 marca o início de uma nova fase do programa. O mote continua sendo ciência, tecnologia e cultura, mas agora os episódios são quinzenais e alternam entre dois formatos: um programa temático (como este 42), com entrevistas e comentários em torno de um mesmo assunto, e um giro de notícias, em que a equipe se reúne no estúdio para compartilhar novidades, polêmicas e dicas sobre o universo da ciência. Nesta edição o tema é o “Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, e sua relação com a ficção científica, o ensino de ciências e o humor. Afinal, quem conhece essa história sabe que 42 é a grande resposta da vida, do universo e tudo mais.

Além dessa reportagem, o programa traz também uma descrição da expedição marítima 369, que está sendo feita na costa da Austrália com o objetivo de coletar material que forma a camada geológica da Terra que podem trazer informações sobre o passado do planeta. Quem traz as informações é a documentarista Cristiane Delfina Duarte.
 

 

Objetivo do “Direto ao Assunto” é abrir mais um canal de comunicação do reitor (foto) com a sociedade e com a comunidade interna.

Reitor Marcelo Knobel

Com o objetivo de criar mais um canal de comunicação com a comunidade interna e, também, com a sociedade e estabelecer um diálogo franco sobre os principais assuntos da Universidade, o professor Marcelo Knobel, reitor da Unicamp, estreia o programa "Direto ao Assunto".

Levando em consideração o momento histórico que a instituição atravessa, com a aprovação pelo Conselho Universitário, das novas formas de ingresso, o assunto escolhido para o primeiro programa foi Inclusão Social.

Conduzido pelo jornalista Jeverson Barbieri e produzido pela Rádio Unicamp, o programa "Direto ao Assunto" terá periodicidade semanal, com duração de 15 minutos.

A comunidade poderá participar sugerindo pautas e enviando perguntas para o e-mail webradio@sec.unicamp.br

 

A historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes debatem sobre a amplitude política e social dos temas feministas

Gabrielly Ciurcio | Editora da Unicamp | Especial para o JU

O feminismo é um movimento que acompanha as demandas e necessidades sociais. Durante os anos 1970, no contexto dos novos movimentos sociais, os grupos feministas dedicavam-se ao tema da opressão da mulher. Duas décadas mais tarde, em sintonia com as mudanças dos padrões de feminilidade, masculinidade e das relações amorosas e sexuais, as questões de gênero ganharam espaço, tornando-se alvo de pesquisas e da militância.

Esse é o pano de fundo do programa de TV Café com Conversa de novembro, sobre “Gêneros e feminismos”, com a historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes do PAGU - Núcleo de Estudos de Gênero da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Numa conversa entusiasmada, elas debateram sobre a amplitude política e social dos temas feministas.

O programa é uma parceria da Secretaria de Comunicação da Unicamp, Editora da Unicamp e Casa do Professor Visitante/Fundação para o Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp). Esta edição do Café com Conversa foi uma homenagem à antropóloga Mariza Corrêa, uma das fundadoras do PAGU, que morreu em 2016.
 

Margareth Rago, autora de A aventura de contar-se, da Editora da Unicamp, comentou sobre o processo de escrita do livro e sobre a escolha das sete mulheres de diferentes vertentes do movimento feminista, cujas trajetórias são relatadas na obra. Suas vivências variam desde a prostituição até o exílio político e se tornaram historicamente importantes na medida em que colaboraram para reverter o quadro de invisibilidade feminina deixado pela ditadura militar. Uma das militantes retratadas no livro é justamente Maria Lygia Quartim de Moraes.

No programa, Maria Lygia abordou principalmente as opressões sofridas pelas mulheres e o processo de reversão dessa situação desde a Revolução Industrial, quando se começou a pensar o que é ser mulher sob o capitalismo. Sem deixar de comentar sobre o crescimento do feminismo em contraposição ao aumento da violência contra a mulher, a socióloga Lygia lembrou a questão das relações de poder entre masculino e feminino, ressaltando a percepção da mulher como um objeto e o deslocamento da ideia de virilidade masculina em diversas esferas da sociedade. “Não podemos nos esquecer de que o privado também é político”, afirmou, enfatizando que “os homens não vão abrir mão de seus privilégios”, ao discorrer sobre as posições que o movimento deveria tomar na atualidade.

A historiadora Margareth falou sobre a popularização do feminismo, o que gerou uma apropriação das ideias feministas por parte do capitalismo, levando parte do movimento a se rearticular e a buscar uma ressignificação de sua identidade. Para ela, “o feminismo é tão perfeito que não passou despercebido para os movimentos neoliberais”, lembrando justamente o fato de que muitas marcas e empresas têm usado ícones feministas como ferramenta para as vendas. Mas enfatizando, em contrapartida, que este é um efeito claro das proporções que os debates feministas têm tomado na sociedade.

Mulheres que se tornaram referência para o movimento feminista foram lembradas muitas vezes durante o programa, como Leila Diniz, Ruth Cardoso, Mariza Corrêa, Patrícia Galvão, a Pagu, e até mesmo Rita Lee, além é claro das mulheres que Margareth nos trouxe em seu livro, como Gabriela Leite, Ivone Gebara e a própria Maria Lygia.

A edição de novembro do Café com Conversa foi a última de 2017. As edições anteriores foram sobre “Mudanças climáticas”, “Impactos da reforma trabalhista” e “Literatura e redação no Vestibular da Unicamp”, todas disponíveis no Youtube no Canal da Editora da Unicamp e no Canal da TV Unicamp.

Links para os livros:

A aventura de contar-se


Traficantes do simbólico & outros ensaios sobre a história da antropologia: http://www.editoraunicamp.com.br/produto_detalhe.asp?id=1054

Links para os programas anteriores:

“Mudanças climáticas”

“O impacto da reforma trabalhista”

“Literatura e redação no Vestibular da Unicamp”

 

A historiadora Margareth Rago e a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes

Lembretes, novidades e formato da prova são alguns temas abordados em produção da TV Unicamp e Comvest.

Mais uma edição do programa Primeira Chamada está no ar. O tema é a primeira fase do Vestibular Unicamp 2018, que ocorre no próximo dia 19 de novembro. O coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, conversou com a jornalista Juliana Sangion sobre o formato das questões e da prova, sobre a segurança no vestibular, além de ter passado orientações aos candidatos que irão realizar o exame. A prova da primeira fase do Vestibular Unicamp 2018, composta de 90 questões de múltipla escolha, será aplicada em 33 cidades do país, com início às 13 horas (horário de Brasília) e duração de cinco horas.

 

 

Primeira Chamada | Reprodução Youtube