Clipping
31 de Agosto - 2010
Sem chuva há 47 dias, Campinas vive 3º maior período de seca
Há 47 dias não chove em Campinas e a cidade vive o terceiro maior período de estiagem desde o final da década de 1980, segundo o Cepagri da Unicamp. Em 1999, a seca durou 62 dias, entre 9 de julho e 8 de setembro, seguido de 50 dias de estiagem em 2002, entre os dias de 23 de maio e 11 de julho.Mas este período pode avançar porque de acordo com a meteorologia, não há previsão de melhoria das condições climáticas até sábado (4). A maior temperatura de agosto, desde 1989, foi no dia 31 de agosto de 2005, quando os termômetros registraram 34,7 graus.Na segunda-feira (30), a temperatura em Campinas ficou na casa dos 31 graus.
Passagem de frente fria melhora qualidade do ar
A expectativa era de que a frente fria mudasse o tempo na região Sudeste, mas foi desviada para o oceano. Em Campinas, o índice de umidade relativa do ar ficou ao redor dos 20% durante a tarde desta segunda, o que caracteriza estado de atenção de acordo com o Cepagri da Unicamp. O mínimo registrado na cidade foi 12% na semana passada. Não deve chover nos próximos dias.
Áreas arborizadas são opções para amenizar tempo seco
A equipe de reportagem da EPTV convidou o coordenador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Hilton Silveira, para mostrar como é feita a medição da umidade com precisão através de um aparelho chamado psicrômetro.
Educação - Você conhece o idioma internetês?
Os motivos que levam os jovens a se comunicar por linguagens abreviadas são vários, mas o espaço limitado e a necessidade de manter um diálogo no ritmo da fala são destacados pelo professor Marcelo El Khouri Buzato, do Departamento de Linguística Aplicada, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Isso explica, por exemplo, algumas abreviações que as pessoas usam, e algumas ‘regras’ do internetês que podemos identificar, como a remoção de vogais em palavras mais longas (também - tb, por ex.)”.
Arrigo Barnabé vira curador
Arrigo aproximou três grupos distintos: aqueles que trabalham com a música erudita produzida no séc. XX/XXI (Durum, duo Karin/Montanha, Projeto B e Daniel Murray), os que trabalham a música popular cortejando a erudita e as experimentações (Mário Campos e Coletivo orquestral da Unicamp, Paulo Braga e Mané Silveira Quinteto) e ainda os que se ocupam de uma música mais antiga, ligados à produção do barroco (Mundo Barroco e Orquestra Arte Barroca).
Cartilha prega transparência para doações
Uma opção que tem atraído grande número de empresas é adotar como política a não doação de recursos.
A cartilha revela que mais da metade (52,4%) das mil maiores empresas do país seguiu esse caminho no ciclo eleitoral de 2006 e 2008, representando universo de 536 companhias. O dado surpreendeu os pesquisadores.
"O que vemos ali é uma tendência sólida de empresas decidindo adotar como política a não doação de recursos para campanhas eleitorais", aponta Bruno Speck, professor de ciência política da Unicamp e um dos responsáveis pela cartilha. Em sua opinião, independentemente de doar ou não, o que realmente importa é que as empresas assumam uma posição proativa em relação ao tema. "E que façam isso de maneira transparente, o que infelizmente nem sempre acontece", completa.