MACUNAÍMA - O HERÓI SEM NENHUM CARÁTER

 

Aline Soler Parra

 

 

 

Introdução

 

O objetivo desta memória é estabelecer um paralelo entre o romance Macunaíma - o herói sem nenhum caráter, e Mário de Andrade, e as teorias históricas que fundaram a tradicional cultura ocidental européia que muito influenciou a formação cultural e histórica do Brasil.

Um fator decisivo para que Mário fizesse de Macunaíma o herói de nossa gente foi a nacionalização artística empreendida pelos integrantes do movimento modernista, que pode ser vista como princípio fundamental de todo estilo, na tentativa de criar uma literatura independente e, sobretudo inovadora livre padrões até então determinados pela Europa, embora esse projeto seja marcado por um cunho ideológico.

O romance Macunaíma representará a definição que o autor faz sobre a nacionalidade do país, ponto culminante para que o Brasil continuasse traçando seu caminho na história das civilizações. Entretanto, fatores sociais como a imigração, o domínio econômico da classe cafeicultora e a conseqüente industrialização, acabam por descaracterizar a cultura brasileira com o processo de modernização. É assim que Macunaíma interrompe sua tradição simbolizando a verdade cultural deste país e sucumbe à influência internacional.

 

 

Herder (1744 - 1803)

 

As teorias herdianas sobre a história da humanidade compreendem os ideais filosóficos de Kant sobre a influência dos fatores climáticos e geográficos no desenvolvimento humano. Soma-se a isso a posição de Herder perante a religião: durante certo tempo ocupou altos cargos religiosos e incorporou o plano de Deus em sua definição sobre a história da humanidade.

Segundo ele, O plano de Deus não é a natureza, mas a natureza é a base para se criar o plano de Deus que é o humanismo.  O humanismo afirma o valor e a dignidade do homem e centraliza seu interesse no tema da natureza ou da condição humana.

Portanto, o plano de Deus era o de que toda criatura reconhecesse seu criador e diante de suas complexidades tomassem consciência de si, já não atuando mais pela força da natureza mas exercendo atividades diferenciadas e descobrindo sua cultura e suas relações com o mundo. Para compreender Deus é preciso que o homem desenvolva a arte, a música e a poesia que são as peças chave para a formação da cultura.

O pensamento de Herder está todo impregnado da convicção de que a característica mais marcante da história é a variedade e a individualidade apresentadas pelas diferentes nações, isto é, cada nação têm sua própria história, que é diferente de outra nação. Mesmo que o homem seja semelhante a outro habitante de outra civilização, eles jamais serão os mesmos.

Para Herder a espécie humana adquire as características do lugar em que vive. O ambiente geográfico forma diferentes habitats naturais, assim o homem que convive durante séculos num mesmo local, adquire a verdade cultural daquela natureza.

O idioma também tem um grande peso na expressão artística de uma comunidade. Como a alfabetização da época visava em primeiro plano a leitura bíblica - e a Bíblia era o principal livro daquele tempo - o filósofo pôde concluir que a união de um povo, a memória e a verdade desse povo estão no idioma. A experiência de um  povo  está no idioma e o sentimento compartilhado desse povo está na sua poesia . Diz ainda que a poesia é intransferível pois para a compreensão da mesma é necessária a memória do idioma e a verdade cultural do ambiente; deste modo a tradução para outras línguas não carregaria essa verdade nem o sentimento deste povo.

 

 

A Unificação Alemã

 

A Alemanha é o cenário escolhido para o desenvolvimento de muitas teorias existentes hoje. Com território extenso e situada no centro da Europa, o país sofreu uma desestruturação econômica, política e social em conseqüência do poder descentralizado. Dividida em cerca de 450 zonas políticas - ducados, principados, democracias, feudos, dinastias - não existia nenhuma força política capaz de unificar o Estado.

O país possuía ainda muitas cidades portuárias, com saída para o mar Báltico, que eram mais avançadas que o resto da Alemanha. Os governantes eram eleitos democraticamente, código moderno para a época. As tentativas de unificação do país vieram com  o decorrer dos séculos.

Herder defendia a unificação alemã por considerar que seu território, sua população (que o habitava há muito tempo), detentores de uma arte própria, ou seja, era uma verdade cultural enquanto nação. Seu único empecilho eram as forças econômicas e o atraso feudal, que a proibia de abrir relações capitalistas com outros países, o que representaria sua independência como país.

Mas somente durante a Revolução Francesa com a busca de novos territórios e a conquista de novos mercados consumidores, Napoleão invade a Alemanha por volta de 1806 (então denominada Sacro Império Romano Germânico) dissolvendo todas as unidades políticas alemãs, fundando democracias.

Depois de vencer a Guerra Franco - Prussiana a Alemanha organiza-se como nação e finalmente em 1870, ocorre a constituição do Estado Nacional alemão e a corrida pelo desenvolvimento econômico e político.

Essa passagem histórica fundou as famosas filosofias de pensadores como Kant e Marx. E até hoje, interpretar o pensamento alemão tem sido uma das maiores proezas, pelo esforço da filosofia em explicar a própria história: o atraso alemão.

 

 

Spengler (1880-1936) e a Decadência do Ocidente

 

Segundo Oswald Spengler a história é uma sucessão de unidades  individuais independentes, a que chama culturas. Para ele cada cultura tem um caráter específico e tem por finalidade exprimir esse caráter durante toda sua vida  e no seu desenvolvimento. Mas cada cultura assemelha-se a todas as outras por ter um idêntico ciclo de vida, como o de um organismo.

A teoria de Spengler surgiu após a Alemanha ser arrasada na 1ª Guerra Mundial, o que o fez concluir que não existe nenhuma história universal, mas apenas histórias nacionais que obedecem uma morfologia.

Para ele, a cultura é natural ao meio rural, onde nasce e de onde surgiram os mitos, as lendas e a tradição. Durante o curso do seu desenvolvimento a cultura chega até a cidade e atinge nela a maturidade com a civilização (indústrias, máquinas e falta de religião). Essa influência destrói a tradição cultural que perde sua alma e se descaracteriza; esta é a decadência e o fim da história é representado pela morte do ciclo vital.

 

 

O Cenário Histórico Brasileiro

 

As duas primeiras décadas do século XX, representaram, para a maior parte do mundo ocidental, um movimento contraditório, cheio de conflitos e rupturas em relação a muitos dos valores e idéias do século anterior. Todos os setores da vida humana - social, político, econômico, cultural, científico e tecnológico - sofrem mudanças que alterarão profundamente a visão do homem moderno.

O transporte ferroviário (locomotiva a vapor), o barco a vapor e a eletricidade são algumas conquistas que vieram desde a metade do século XIX e que incorporadas ao século XX com as transmissões radiofônicas, o aeroplano, o automóvel e o cinematógrafo darão maior dinamismo a vida do homem moderno.

Muitas dessas conquistas favoreceram a expansão industrial, propiciando a criação de capitais e de novos investimentos, possibilitando assim uma farta produção de manufaturados. Há também o surgimento de uma nova classe social: a burguesia, que juntamente com a classe média gozavam dos prazeres que a indústria e a vida moderna podiam lhes trazer.

Em detrimento a essa imagem de conforto e segurança estavam os trabalhadores assalariados, que viviam a margem do progresso material. A classe operária se mobilizava na formação de sindicatos e associações que defendessem ideais anarquistas e socialistas; faziam greves e lutavam por melhores condições de vida e trabalho.

Em 1914, estoura a 1ª Guerra Mundial, por razões de ordem política e econômica, dentre as quais o nacionalismo extremo de algumas nações e a necessidade cada vez maior de existência de colônias fornecedoras de matéria - prima e consumidoras dos produtos manufaturados.

No Brasil essa virada encontra o país no início da República Velha , que representava os interesses das oligarquias rurais.

As condições naturais do país, sobretudo de algumas regiões (clima e solo), contribuíram para o desenvolvimento da cultura do café. Mas o fator decisivo que permitiu o surto da lavoura , foi sem dúvida a imigração européia que forneceu a mão-de-obra necessária. São Paulo, como principal produtor, “fez da questão imigratória o programa central de suas atividades dentro de um sistema que se pode considerar perfeito e completo.” [1]

Com o crescimento urbano e industrial verificado no país, principalmente em São Paulo, as condições de vida da sociedade brasileira tornam-se críticas. Concomitantemente à marginalização dos antigos escravos e à formação de uma pequena classe média, tem vez a formação de um proletariado e ainda, um subproletariado, composto basicamente de mão-de-obra estrangeira. Mas é, através dos estrangeiros, italianos essencialmente, que começa a se desenvolver em São Paulo, casas de comércio e indústrias, e o progresso da cidade é eminente, em virtude da eclosão da Guerra e da impossibilidade de importação de produtos estrangeiros.

Em 1917, cresce a  agitação política, crescem os ideais socialistas e é realizada a greve geral, que pára São Paulo, obrigando o governo a negociar com os operários. A revolução Russa, ocorrida no mesmo ano, repercute nos meios operários paulistas.

No campo da cultura, o ano de 1917 também é marcado por acontecimentos importantes, como publicações, exposições e polêmicas, renovando a arte e a cultura do Brasil, processo que culminaria na Semana de Arte Moderna, em 1922.

 

 

 Mário de Andrade e o Modernismo

 

Mário de Andrade (1893 - 1945), nasceu em São Paulo, cidade que amou imensamente e que retratou em várias de suas obras. Estudou música no Conservatório Musical de São Paulo e cedo iniciou sua carreira de crítico de arte em jornais e revistas.

O autor teve papel decisivo na implantação do modernismo no Brasil, homem culto e pesquisador paciente, em 1917 conhece Oswald de Andrade e Anita Malfatti, os quais retornavam ao país com a nova tendência cultural européia, juntamente a outros artistas  formariam a Semana da Arte Moderna, em São Paulo. Com o objetivo de romper com a tradição passadista do país, o evento teve grande repercussão no meio artístico e contribuiu para uma nova concepção das realidades brasileiras, como a literatura clássica que maquiava as condições atuais do Brasil.

Mário era capaz de conciliar, em plena euforia modernista, as lições do passado e as conquistas do presente. Aceitava as propostas formais do futurismo italiano, mas rejeitava sua postura destruidora, esse era o ponto de equilíbrio de toda sua obra.

À par da literatura, Mário também revelou interesse pela música, pelo, folclore, pela antropologia, pela etnografia, pela psicologia e por todas as áreas que pudessem contribuir para a formação de suas atividades essenciais de músico e escritor.

Empreendeu várias viagens pelo Brasil, inicialmente como mero “turista aprendiz” e depois como pesquisador. Passou por cidades históricas mineiras, pelo Norte e Nordeste, colhendo informações culturais, como poemas, canções, modinhas e ritmos de festas religiosas, lendas e músicas indígenas, objetos de arte, etc.

Mário encarava sua atividade como uma missão, isto é, queria ser útil ao processo de reconstrução de um Brasil que mudava social, política, econômica e culturalmente.

 

 

 

Macunaíma

 

De todas as obras em prosa,  Macunaíma foi a obra-prima de Mário de Andrade e, provavelmente, do Modernismo. A obra representa não apenas o resultados das pesquisa mas, a tentativa de realização de um projeto nacionalista. Esse ideal de nacionalismo literário surgiu em virtude dos elos étnicos, lingüísticos e culturais que compunham a nação brasileira.

Assim, a rapsódia Macunaíma o Herói sem Nenhum Caráter, foi escrita em poucos dias no mês de dezembro de 1926, estando Mário de férias numa chácara da família em Araraquara.  O ponto de partida foi a leitura que o autor fez da obra Vom Roraima zum Orinoco, do etnógrafo alemão Koch-Grünberg, que colheu na Amazônia (Brasil e Venezuela), um ciclo de lendas dos índios taulipangues e arecunás. Mário fez algumas  modificações na lenda original, acrescentou-lhe outras lendas, de origens diversas, adequou-lhe as teorias históricas de Herder e Spengler, incluiu anedotas de histórias brasileiras, aspectos da vida urbana e rural do país, introduziu personagens reais e fictícias, sem deixar de fora a feitiçaria, o erotismo e o absurdo surrealista.

No nível lingüístico, também se verifica uma verdadeira miscelânea formada por vocábulos indígenas, africanos, frases feitas, expressões e provérbios populares, tudo isso formando um estilo narrativo dinâmico e irônico de representação do povo brasileiro.

Há uma oposição, verificada na história, que é a caracterização da obra como romance. Romance é a categorização da forma de expressão da burguesia, a “epopéia burguesa” que é combatida pelo herói nas lutas com o Venceslau Pietro Pietra, representante da civilização européia.

Mário de Andrade classifica o livro como um romance folclórico, pois por detrás de todo contexto há uma verdade mística e tradicional. Mas uma outra justificativa para a oposição existente no livro seria lembrar os diferentes ambientes geográficos e seus resultados culturais. Deste modo a aventura de Macunaíma o retira da mitologia e o dissolve na história.

O livro é uma “história de busca”[2], composto de dois grandes momentos. O primeiro apresenta a personagem Macunaíma e a define como herói de nossa gente. Sua mãe e seus irmãos, Maanape e Jiguê, índios tapanhumas (que quer dizer “gente preta”[3]), vivendo à margem do rio Uraricoera.

Nessa situação inicial, podemos perceber a concepção de herói que Mário de Andrade emprega em Macunaíma. Ele é filho do “silêncio” e do “medo da noite”, portanto, confirma a falta de paternidade, comum a todo herói.

Macunaíma é fundador da cultura de nossa gente, entretanto, Mário interfere na definição do povo representado pelo herói e, baseado em teorias históricas da formação da civilização, o autor define em suas próprias palavras: “O que me interessou por Macunaíma foi incontestavelmente a preocupação em que vivo de trabalhar e descobrir o mais que possa a entidade nacional dos brasileiros. Ora, depois de pelejar muito verifiquei uma coisa que parece certa: o brasileiro não tem caráter. (...) e com a palavra caráter não determino apenas uma realidade moral não em vez entendo a entidade psíquica permanente, se manifestando por tudo, nos costumes, na ação exterior no sentimento na língua da História da andadura, tanto no bem como no mal.

(O brasileiro não tem caráter porque não possui nem civilização própria nem consciência tradicional. Os franceses têm caráter e assim os jorubas e os mexicanos. Seja porque civilização própria, perigo eminente, ou consciência de séculos tenha auxiliado o certo é que esses uns têm caráter.) Brasileiro (não).”[4]

Assim, o herói representa um povo, é construído à imagem e semelhança desse povo que não tem caráter definido, eis aí o subtítulo do texto. Macunaíma passará a assumir a partir de então um herói que serve de modelo apenas no interior do Mato-Virgem, onde a presença dos mitos, do folclore, enfim, a sua cultura não é ameaçada pela civilização urbana e pelo progresso industrial.

No livro, Macunaíma casa-se com Ci, Mãe do Mato, que lhe ofertará a Muiraquitã, uma pedra - o amuleto nacional símbolo da tradição brasileira. A situação inicial será rompida com a morte de do filho de Macunaíma e Ci, que também resolve morrer e habitar o campo vasto do céu.

O segundo grande momento se dá com a ida do herói para a cidade de São Paulo, na tentativa de recuperar o amuleto perdido para o gigante comedor de gente Venceslau Pietro Pietra.

Na cidade de São Paulo, o herói entra em contato com a civilização e perde sua identidade cultural. Mário de Andrade transpõe para a obra o antagonismo entre a burguesia e o proletariado, a divisão social do trabalho, que obriga a relação patrão-empregado e acaba com os direitos de costume e tradição do indivíduo subordinado e, consequentemente, deixa de existir uma comunidade cultural. A urbanização - sinônimo de industrialização - da cidade denigre a zona rural, detentora dos elementos que compõem a história da comunidade e que poderiam construir uma civilização tipicamente brasileira.

Outro aspecto importante, é a personagem de Vei, a Sol. No decorrer do livro ela aparece para Macunaíma toda vez que um fato novo cruzar seu caminho. A deusa-sol, oferecerá ao herói uma de suas três filhas em casamento. Mário utiliza-se dessa aliança solar para explicar a alegoria de destinos do Brasil e construir através dela uma grande civilização tropical.

Mas, essa aliança não acontece, pois Macunaíma desprotegido do olhar de Vei, enamora-se com uma varina portuguesa e perde a possibilidade de casamento quando Vei o descobre. Ao tentar castigá-lo, Vei faz com que o herói “caia em tentação” pela Sereia do lagoão (que é a Uiara enganosa) e entre na água fria para ficar com ela. Macunaíma entra no lagoão e quando se dá conta do acontecido percebe que havia perdido a perna e a Muiraquitã, que “...tinham sido engolidos pelo monstro Ururau, que não morre com timbó nem pau.” Era noite e era o fim dos dias do herói de nossa gente. “Então Macunaíma não achou mais graça nessa terra.”

“No depoimento de Mário de Andrade, Macunaíma “desiste de viver com Delmiro Gouveia[5], o grande criador. Desiste de ir para Marajó, único lugar do Brasil em que ficaram traços duma civilização superior. Lhe falta o amuleto nacional, não conseguirá vencer mais nada. Então ele prefere ir brilhar no brilho inútil das estrelas.”[6]

“Tudo o que fora existência dele apesar de tantos casos tantas brincadeiras tanta ilusão tanto sofrimento tanto heroísmo, afinal não fora sinão um se deixar viver;  e pra parar na cidade de Delmiro ou na ilha de Marajó carecia de ter um sentido.”

Macunaíma “Então vai ser astro que é o destino fatal dos seres (tradição).” [7]

Apesar de adotar a filosofia de Spengler e a partir dela citar: “Não vim no mundo para ser pedra”, que é o destino de toda civilização; Mário ainda tinha uma certa esperança no herói, afinal ele estava tentado construir uma história da civilização brasileira. Mas como nosso herói foi impedido, por uma circunstância do destino talvez, Macunaíma sai da história para entra na vida do povo brasileiro, como tradição... 

 

 

Bibliografia

 

 

 

ANCONA LOPES, Telê Porto. Macunaíma: a margem e o texto. São Paulo, Hucitec, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, 1974.

ANDRADE, Mário. Macunaíma o Herói sem Nenhum Caráter. Livraria Martins Editora S. A, São Paulo, 1974.

BERRIEL, Carlos Eduardo Ornellas. Mário de Andrade Hoje, organização Carlos Eduardo Ornellas Berriel. São Paulo,  Ensaio, 1990.

CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo, Edusp, Belo Horizonte, Itatiaia, 1975.

CEREJA, William Roberto. Português: Linguagens: literatura, gramática e redação: 2º grau / Willian Roberto Cereja, Thereza  Analia Cochar Magalhães. - 2. Ed. rev. e  ampl. - São Paulo, Atual, 1994.

COLLINGWOOD, R. G. A idéia de história. Editorial Presneça, Lisboa, s/d.

GARDINER, Patrick. Teorias da História, Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1984.

HERDER, J. G. Idéias para a Filosofia da História Humana. In: Teorias da História, Patrick Gardiner, Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1984.

PRADO, Jr. Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1969.

Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural Ltda., 1998.



[1] Caio Prado Júnior, História Econômica do Brasil, p. 226.

[2] Definição de Haroldo de Campos

[3] Carlos Eduardo Ornellas Berriel, A Uiara Enganosa, in Mário de Andrade Hoje, p.161.

[4] Telê porto Ancona Lopes, Macunaíma: a margem e o texto, cit. P. 87.

[5] Delmiro Gouveia foi o pioneiro da industrialização

[6] Carlos Eduardo Ornellas Berriel, A Uiara Enganosa, in Mário de Andrade Hoje, cit. P.158.

[7] Id., ibidem, P. 159